Saltar para o conteúdo
Bastidores

Na Casa do Alentejo em LisboaXXI Assembleia da Paz do CPPC

Realiza-se no próximo sábado, na Casa do Alentejo, em Lisboa, a XXI Assembleia da Paz do Conselho Português para a Paz e Cooperação/CPPC. Os trabalhos iniciam-se pelas 14h30, estando o final previsto para as 19h30.

Durante a tarde de sábado, os aderentes do CPPC terão a oportunidade de apreciar e votar os relatórios de contas e de actividades relativos ao período entre 2007 e 2009, a resolução e o plano de acção para 2010-2011, bem como eleger os novos corpos sociais que terão a responsabilidade de dirigir o CPPC nos próximos anos.

2 min de leitura

Por Jornal Rostos

Realizada num momento crucial da situação internacional, em que se avolumam as tensões, se multiplicam as guerras, agressões e ocupações e se intensifica a corrida aos armamentos, a XXI Assembleia da Paz analisará a sua actividade no actual contexto mundial e definirá as suas prioridades de intervenção. Também a política externa portuguesa será alvo da análise dos activistas pela Paz portugueses.
Em debate estarão ainda os principais vectores de intervenção a adoptar pelo CPPC para os próximos anos:
• a luta contra a NATO, criando condições que permitam, até ao final do próximo ano ou inicio de 2011, aquando da realização da sua Cimeira – que pretende em solo português aprovar o seu novo conceito estratégico – encontrar uma resposta forte do movimento da paz contra as suas pretensões;
• a luta contra o militarismo, com particular relevo para a militarização da União Europeia, e pela defesa do Direito Internacional, prosseguindo as campanhas por um Mundo Livre de Armas Nucleares e de Bases Militares Estrangeiras e contra a participação de tropas ou forças militarizadas portuguesas em agressões a outros povos;
• a Solidariedade e Cooperação com todos os povos do mundo, em particular com os povos do Próximo e Médio Oriente, da América Latina, das Caraíbas e de África.
No quadro da sua XXI Assembleia, o CPPC exige o respeito e cumprimento do estabelecido no artigo 7.º da Constituição da República Portuguesa, que proclama que «Portugal preconiza a abolição do imperialismo, do colonialismo e de quaisquer outras formas de agressão, domínio e exploração nas relações entre os povos, bem como o desarmamento geral, simultâneo e controlado, a dissolução dos blocos político-militares e o estabelecimento de um sistema de segurança colectiva, com vista à criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos».
Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção