JP BarreiroLíderes subscrevem abaixo-assinado que exige clarificação do recente acto eleitoral
Os dois dirigentes da JP sublinham que – “não se revêem na CPC eleita, por acharem que o acto eleitoral não foi devidamente claro”.

Por Jornal Rostos
Cátia Cruz, presidente da Comissão Politica da Juventude Popular do Barreiro, e, Paulo Amaral,vice presidente, em comunicado esclarecem que – “a JP é um órgão autónomo do restante partido”.
Sublinham que – “apesar dos constantes entraves ao normal funcionamento da Juventude Popular, a sua Comissão Política Concelhia continua em funções”.
Está a ser vedado o livre acesso à sede
“Lamentamos o facto de a actual CPC do CDS-PP ainda não ter solicitado uma reunião com a CPC da JP.” – sublinham os dois dirigentes da JP, na nota que enviaram para a nossa redacção.
Por outro lado, os membros da Comissão Politica, lamentam – “o facto de nos estar a ser vedado o livre acesso à sede, visto nem chave possuirmos”.
Acto eleitoral não foi devidamente claro
“A JP e a sua CPC continuaram a desempenhar as suas funções, apesar dos seus condicionalismos, o que não pode nem deve ser misturado são as posições da sua presidente e do seu vice-presidente, na qualidade de militantes activos do CDS-PP, pois as suas posições enquanto militantes são claras, ou seja não se revêem na CPC eleita, por acharem que o acto eleitoral não foi devidamente claro” – sublinham Cátia Cruz e Paulo Amaral.
Líderes da JP subscrevem abaixo-assinado
A presidente e o vice-presidente da Juventude Popular do Barreiro, salientam que – “como militantes subscrevem o abaixo-assinado que se encontra a circular com vista a clarificação do acto eleitoral.”













