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Bastidores

Deputados Socialistas do Distrito de SetúbalTomam posse em Grupos Parlamentares de Amizade

O Presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, deu posse aos Grupos Parlamentares de Amizade (GPA) da XI Legislatura, no dia 6 de Maio. Os deputados eleitos pelo PS, no Círculo Eleitoral de Setúbal, fizeram previamente as suas opções pelos Grupos de Amizade em que pretendiam participar.

Eduardo Cabrita ( Barreiro ), assumiu funções nos GPA de Argélia, Marrocos e Tunísia; Eurídice Pereira ( Moita), no GPA do Brasil; Ana Catarina Mendes ( Almada), Argentina, Bulgária e Ucrânia; Catarina Marcelino ( Montijo), Polónia; Sofia Cabral ( Barreiro ) , Austrália, Indónesia e México e o deputado Luís Gonelha ( Setúbal), Uruguai.

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Deputados Socialistas do Distrito de Setúbal Tomam posse em Grupos Parlamentares de Amizade

Por Jornal Rostos

Os Grupos Parlamentares de Amizade, criados pela Resolução da Assembleia da República nº 6/2003, são “organismos da Assembleia da República, vocacionados para o diálogo e a cooperação com os parlamentos dos países amigos de Portugal” e têm como âmbito, nos termos do artº 2º da referida Resolução:

1 - Cada GPA visa, em regra, o relacionamento com as entidades homólogas de um só país.

2 - Quando especiais razões de afinidade o justifiquem, o mesmo GPA pode abranger mais de um país.
Não podem existir GPA relativos a países com quais Portugal não mantenha relações diplomáticas ou que não tenham parlamentos plurais livremente eleitos.
Os GPA , têm como objecto a promoção de as acções necessárias à intensificação das relações com o Parlamento e os parlamentares de outros Estados,designadamente:

a) Intercâmbio geral de conhecimentos e experiências;

b) Estudo das relações bilaterais e do seu enquadramento nas alianças e instituições em que ambos os Estados participam;

c) Divulgação e promoção dos interesses e objectos comuns, nos domínios político, económico, social e cultural;

d) Troca de informações e consultas mútuas tendo em vista a eventual articulação de posições em organismos internacionais de natureza interparlamentar, sem prejuízo da plena autonomia de cada grupo nacional;

e) Reflexão conjunta sobre problemas envolvendo os dois Estados e os seus nacionais e busca de soluções que relevem da competência legislativa de cada um;

f) Valorização do papel, histórico e actual, das comunidades de emigrantes respectivos, porventura existentes.

Os GPA são pluripartidários, reflectindo a composição da Assembleia da República.

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