Em LeiriaPassos Coelho sugere ao Governo que adopte “Orçamento de Estado base zero” para 2001
O presidente do PSD Pedro Passos Coelho, sugeriu no domingo que o Governo adopte um Orçamento base zero para 2001, durante um almoço-comício promovido pelo PSD de Leiria, que reuniu mais de 350 pessoas.
Passos Coelho recomendou ao Governo que, “na preparação do Orçamento para 2011, adopte aquilo a que os economistas chamam de Orçamento base zero. Na prática, segundo explicou o líder social-democrata, “toda a gente deve explicar o que quer fazer com o dinheiro que propõe vir a receber”.
Passos Coelho recomendou ao Governo que, “na preparação do Orçamento para 2011, adopte aquilo a que os economistas chamam de Orçamento base zero. Na prática, segundo explicou o líder social-democrata, “toda a gente deve explicar o que quer fazer com o dinheiro que propõe vir a receber”.

Por Jornal Rostos
“Se estamos numa época de tantas restrições, em que o financiamento é tão escasso, o próprio Estado deve dar o exemplo de ver rubrica a rubrica, serviço a serviço, ministério a ministério, no que é razoável ser despendido daqui para a frente”, sublinhou o presidente do PSD.
Ainda em matéria económica, Passos Coelho referiu que é necessário alterar a maneira como é encarada a riqueza e o investimento em Portugal. "Temos que parar de lamentar a falta de apoios que vêem da Europa. Os empresários vivem numa mentira e temos de dar os instrumentos necessários para aqueles que querem vencer no mundo empresarial".
Perante cerca de 350 militantes e simpatizantes do Partido, Pedro Passos Coelho declarou que o país precisa de ter “uma justiça que funcione, uma educação que seja mais exigente e de ter mais racionalidade em como é gasto o nosso dinheiro, sejam os privados ou o próprio Estado.” Passos Coelho considera, por isso, que é fundamental avançar com “reformas importantes”, uma prioridade que “o PS tem tido dificuldade em perceber”, porque simplesmente “acham que as grandes reformas já estão todas feitas”.
Passos Coelho sublinhou também que com o esforço e mobilização de todos é possível distribuir o dinheiro de forma racional. E lembrou o exemplo dos jovens, que são dos mais afectados pela crise e pelas más políticas de formação. “A taxa de desemprego entre os jovens tem uma incidência superior a 22 por cento. Muitos investiram no seu percurso escolar, com licenciaturas, doutoramentos e mestrados e hoje a única forma de encontrarem uma oportunidade é sair de Portugal”.
O líder do PSD dirigiu, por fim, uma mensagem de exigência e de trabalho, para que as pessoas não tenham de sair de Portugal. “Hoje precisamos de nos mobilizar para fazer melhor cá dentro, mas para poder pôr os olhos naquelas sociedades que estão a crescer e precisam da nossa intervenção”.
Ainda em matéria económica, Passos Coelho referiu que é necessário alterar a maneira como é encarada a riqueza e o investimento em Portugal. "Temos que parar de lamentar a falta de apoios que vêem da Europa. Os empresários vivem numa mentira e temos de dar os instrumentos necessários para aqueles que querem vencer no mundo empresarial".
Perante cerca de 350 militantes e simpatizantes do Partido, Pedro Passos Coelho declarou que o país precisa de ter “uma justiça que funcione, uma educação que seja mais exigente e de ter mais racionalidade em como é gasto o nosso dinheiro, sejam os privados ou o próprio Estado.” Passos Coelho considera, por isso, que é fundamental avançar com “reformas importantes”, uma prioridade que “o PS tem tido dificuldade em perceber”, porque simplesmente “acham que as grandes reformas já estão todas feitas”.
Passos Coelho sublinhou também que com o esforço e mobilização de todos é possível distribuir o dinheiro de forma racional. E lembrou o exemplo dos jovens, que são dos mais afectados pela crise e pelas más políticas de formação. “A taxa de desemprego entre os jovens tem uma incidência superior a 22 por cento. Muitos investiram no seu percurso escolar, com licenciaturas, doutoramentos e mestrados e hoje a única forma de encontrarem uma oportunidade é sair de Portugal”.
O líder do PSD dirigiu, por fim, uma mensagem de exigência e de trabalho, para que as pessoas não tenham de sair de Portugal. “Hoje precisamos de nos mobilizar para fazer melhor cá dentro, mas para poder pôr os olhos naquelas sociedades que estão a crescer e precisam da nossa intervenção”.













