Recuperação do montado de sobro em Grândola«Aquilo que estamos hoje aqui a fazer é dizer que é possível trabalhar em conjunto»
Foi assinado na quinta-feira, em Grândola, entre a Autoridade Florestal Nacional (AFN), o Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP), o Instituto Nacional de Recursos Biológicos (INRB) e a Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), o protocolo de colaboração para o desenvolvimento do projecto de investigação aplicada de “Experimentação e divulgação de técnicas de gestão para a recuperação do montado de sobro na região de Grândola”.

Por Jornal Rostos
O projecto, financiado pelo Fundo Florestal Permanente, vai permitir integrar os conhecimentos científicos inovadores no âmbito de meios de luta e de controlo dos desequilíbrios fisiológicos do montado, no sentido de se inverter a situação de perda de vigor, mantendo e fomentando as funções produtivas do ecossistema sobreiro, a conservação e estímulo apropriado à biodiversidade e a protecção do solo e da água.
O Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Rui Pedro Barreiro, reforçou, durante a cerimónia, a importância desta parceria, que terá um impacto muito significativo num ecossistema essencial à manutenção da paisagem, ao combate à desertificação e à criação de riqueza.
“Aquilo que estamos hoje aqui a fazer é dizer que é possível trabalhar em conjunto: o Estado, os agricultores e, obviamente, a investigação, que será fundamental para ajudar a resolver um problema grave, mas que, naturalmente, terá solução”, disse, referindo que o projecto tem um prazo de cinco anos e está orçado em quase meio milhão de euros.
O Presidente da Câmara Municipal de Grândola, Carlos Beato, assinalou que, mais uma vez, no concelho se abriram “caminhos de esperança, caminhos de sustentabilidade” para uma “fileira tão importante, que é a fileira agro-florestal”.
“É para nós um estímulo, mas também uma responsabilidade podermos estar aqui hoje a acolher este acto”, afiançou.
Referindo tratar-se de um dia muito especial para a CAP e para todos os produtores florestais desta área, desta região, mas sobretudo desta fileira, João Machado, Presidente da Confederação, manifestou a sua preocupação em relação ao futuro da fileira. “O que sempre nos preocupou com este objectivo era ver o montado de sobro morrer sem fazermos nada. Era dramático”, afirmou, acrescentando que depois de transmitir essa preocupação ao Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, no espaço de dois meses Rui Barreiro “compreendeu a urgência, compreendeu a importância e desbloqueou as verbas”.
“Julgo que, com a nossa acção junto dos produtores florestais, com a Associação de Agricultores de Grândola e com outras associações envolvidas nesta matéria, e depois com os institutos de investigação e os investigadores, vamos conseguir apresentar resultados ao fim de 30 meses”, disse.
O Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Rui Pedro Barreiro, reforçou, durante a cerimónia, a importância desta parceria, que terá um impacto muito significativo num ecossistema essencial à manutenção da paisagem, ao combate à desertificação e à criação de riqueza.
“Aquilo que estamos hoje aqui a fazer é dizer que é possível trabalhar em conjunto: o Estado, os agricultores e, obviamente, a investigação, que será fundamental para ajudar a resolver um problema grave, mas que, naturalmente, terá solução”, disse, referindo que o projecto tem um prazo de cinco anos e está orçado em quase meio milhão de euros.
O Presidente da Câmara Municipal de Grândola, Carlos Beato, assinalou que, mais uma vez, no concelho se abriram “caminhos de esperança, caminhos de sustentabilidade” para uma “fileira tão importante, que é a fileira agro-florestal”.
“É para nós um estímulo, mas também uma responsabilidade podermos estar aqui hoje a acolher este acto”, afiançou.
Referindo tratar-se de um dia muito especial para a CAP e para todos os produtores florestais desta área, desta região, mas sobretudo desta fileira, João Machado, Presidente da Confederação, manifestou a sua preocupação em relação ao futuro da fileira. “O que sempre nos preocupou com este objectivo era ver o montado de sobro morrer sem fazermos nada. Era dramático”, afirmou, acrescentando que depois de transmitir essa preocupação ao Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, no espaço de dois meses Rui Barreiro “compreendeu a urgência, compreendeu a importância e desbloqueou as verbas”.
“Julgo que, com a nossa acção junto dos produtores florestais, com a Associação de Agricultores de Grândola e com outras associações envolvidas nesta matéria, e depois com os institutos de investigação e os investigadores, vamos conseguir apresentar resultados ao fim de 30 meses”, disse.













