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Bastidores

Pedro Passos CoelhoO País «precisa de um Estado de confiança com Justiça»

Pedro Passos Coelho avisou na «Festa do Pontal», que “O PSD não vai deixar que o Governo continue a gastar de forma descontrolada, apesar dos tempos de severa austeridade” e que o Governo “tem agora tempo para produzir uma proposta de Orçamento sabendo o que conta da parte do PSD”.

O líder do PSD quer que o Governo “tenha a audácia de fazer as reformas que são importantes, com a Economia Social e a Justiça na linha da frente”, “construindo um Estado Social mais justo e moderno, com políticas dirigidas para quem mais precisa delas”.

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Pedro Passos Coelho O País «precisa de um Estado de confiança com Justiça»

Por Jornal Rostos

Divulgamos o texto integral do comunicado do Partido Social Democrata:

PSD PREPARADO PARA GOVERNAR

No passado dia 14, o Calçadão de Quarteira encheu-se com cerca de 4000 militantes e simpatizantes do Partido Social Democrata para mais uma tradicional Festa do Pontal e ouvir o líder, Pedro Passos Coelho, num discurso de verdadeira afirmação e consolidação de alternativa ao Governo PS.

O Presidente do PSD afirmou que o partido encara os tempos actuais com tranquilidade, mas também com muita audácia e que está preparado para fazer as reformas importantes que Portugal tem que fazer.

No início da sua intervenção, insurgiu-se contra as mentiras e falsidades do Partido Socialista quando se referem às propostas do Partido Social Democrata sobre a Saúde, Ensino e Legislação Laboral.

O líder do PSD advertiu o Governo que o Partido só aprovará o Orçamento de Estado para 2011 se este apostar na redução da despesa e não voltar a aumentar impostos, frisando que não aceitará aumentos “encapotados” de impostos, “através da redução de deduções fiscais na Educação e Saúde”.
Pedro Passos Coelho avisou que “O PSD não vai deixar que o Governo continue a gastar de forma descontrolada, apesar dos tempos de severa austeridade” e que o Governo “tem agora tempo para produzir uma proposta de Orçamento sabendo o que conta da parte do PSD”.

O líder do PSD quer que o Governo “tenha a audácia de fazer as reformas que são importantes, com a Economia Social e a Justiça na linha da frente”, “construindo um Estado Social mais justo e moderno, com políticas dirigidas para quem mais precisa delas”.

Considerou, ainda, que a Justiça precisa de “intervenção urgente”, sendo o executivo socialista “responsável pelo maior descalabro” verificado nesta área “de que há memória em Portugal” e defendeu que o Procurador-Geral da República “não reúne condições para inspirar confiança” ao Ministério Público, recordando que há meses atrás “disse alto e bom som que o PGR era uma figura que não reunia condições para inspirar confiança à missão do Ministério Público e à credibilidade da Justiça em Portugal”. Acusou o Governo de fazer de conta “que o que se passa na Justiça não é com ele, mas a verdade é nunca houve tanta interferência política na área da Justiça, e má interferência política, como há hoje em Portugal”.
O País “precisa de um Estado de confiança com Justiça” e que “não é o PSD que tem hoje responsabilidade no caos em que se transformou a Justiça em Portugal”, frisou Passos Coelho.

Pedro Passos Coelho deixou ainda uma palavra de louvor aos soldados da paz que ofereceram a sua vida aos portugueses no combate aos fogos: “Hoje apenas quero dar uma palavra de louvor a Cristina Santos, João Pombo e Carlos Santos e de condolências às suas famílias, amigos e colegas de trabalho. Uma palavra de forte reconhecimento a todos os que, ao longo destes dias, têm lutado com todas as suas forças para controlar este flagelo.”

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