Nos corredores do Congresso Distrital ( Setúbal ) peca-se por se discutir «pratos de lentilhas»Vítor Ramalho ganha Presidência da Federação
Na nota de imprensa, Vítor Ramalho sobre as expectativas que tem para a forma como decorrerá o Congresso da Federação Distrital de Setúbal, no próximo dia 23 de Outubro, manifesta um desejo “espero, sinceramente, que se debatam ideias e não lugares, priorizando-se os objectivos estratégicos da minha moção que se devem colocar no centro da discussão política".

Por Jornal Rostos
Divulgamos o texto integral da nota de imprensa que recebemos na nossa redacção:
Os resultado provisórios apontam para uma vitória na ordem dos 60%. Relembra-se que o recém eleito Presidente travou uma disputa eleitoral com outros dois candidatos.
Com as eleições, Vitor Ramalho vê reconfirmado o seu terceiro mandato à frente da Distrital socialista.
Nas palavras do eleito, “o grande vencedor foi o PS e, particularmente, o seus militantes que demonstraram uma determinação firme no combate pelo futuro, num período muito complexo e incerto”.
Vítor Ramalho terá arrecadado cerca de mil e seiscentos votos, valor que excedeu expressivamente o somatório atingido pelos outros dois concorrentes à liderança socialista.
A Moção "Novos Desafios, Novas Respostas", que teve como primeiro rosto, Vítor Ramalho, não obstante vir agora a ser discutida em Congresso Federativo, a realizar em Alcochete, já foi claramente sufragada pelos militantes socialistas do Distrito de Setúbal.
Sobre as expectativas para a forma como decorrerá a reunião magna socialista, a 23 de Outubro, o Presidente da Federação faz um apelo e manifesta um desejo “espero, sinceramente, que se debatam ideias e não lugares, priorizando-se os objectivos estratégicos da minha moção que se devem colocar no centro da discussão política. O problema, recorrente, destes mega encontros é o de que se dá mais importância as corredores do que ao palco da verdadeira discussão política. Nos corredores peca-se por se discutir ‘pratos de lentilhas’ e o país, bem como o distrito, já não aguentam esta forma de se fazer política. A política é uma arte nobre que deve ser valorizada na prática e isso é uma obrigação dos partidos, logo, porque os partidos são as pessoas, significa que é obrigação desta concorrer para essa valorização.”













