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Bastidores

Partido Socialista – MoitaVítor Ramalho eleito com mais de 76% dos votos

. Euridice Pereira liderou lista na Secção da Moita que obteve 80% da votação

Os militantes socialistas do concelho da Moita elegeram o Presidente da Federação Distrital de Setúbal do Partido Socialista, Vítor Ramalho, com 76,5% dos votos.

Os apoiantes da Moção «Novos Desafios, Novas Respostas», liderada por Vítor Ramalho, no concelho da Moita, elegeram, ao Congresso Distrital, que vai realizar-se no dia 23 de Outubro, 87,5% dos congressistas ( 14 em 16 delegados).

4 min de leitura
Partido Socialista – Moita Vítor Ramalho eleito com mais de 76% dos votos

Por Jornal Rostos

Divulgamos o texto integral do comunicado de imprensa que recebemos na nossa redacção:

Os militantes socialistas do concelho da Moita foram inequívocos na escolha do Presidente da Distrital. Ramalho obtém 76,5% dos votos, não deixando margem para dúvidas a preferência dos socialistas locais.
A lista de candidatos a delegados pela Moção de Orientação Política que tem como primeiro subscritor Vítor Ramalho, na Secção da Moita ( inclui Moita, Alhos Vedros, Gaio-Rosário e Sarilhos Pequenos), e que foi encabeçada por Eurídice Pereira, elegeu 80% dos congressistas ( 8 em 10).
Na estrutura da Baixa da Banheira, a única lista candidata, liderada por José Capelo, e pela Moção do Presidente reeleito, elegeu os 6 delegados.
Assim, os apoiantes da Moção Novos Desafios, Novas Respostas, levam, do concelho da Moita, ao Congresso Distrital de dia 23 próximo, 87,5% dos congressistas ( 14 em 16 delegados ) que tinham possibilidade de eleger . Pelo facto de Eurídice Pereira e José Capelo terem lugar, por inerência, no Encontro Distrital, a candidatura verá acrescer mais dois nomes ao grupo.
São eles Eurídice Pereira, Luís Chula, António Duro, Patrícia Estanislau, Vítor Cabral, José Costa, Isabel Catarino, António Ramalho Luz e Vítor Mendes e, ainda, José Capelo, Carlos Soares, Susana Prates, Daniel Justo, José Pedro Pereira, Antónia Pinto e Miguel Jorge

A candidatura de Vítor Ramalho consegue 196 dos 309 delegados eleitos, o que representa 63,4% dos congressistas. Prevê-se que se juntem a estes mais 32 delegados inerentes com direito a voto, no global de 39.
Registe-se que Ramalho foi o único candidato que apresentou listas de delegados ao Congresso em todas as estruturas locais socialistas e em 50% delas não houve candidaturas alternativas.
Na capital, Setúbal, o recém eleito Presidente, venceu na maior Secção de Residência, não só do Concelho, mas do Distrito, tendo, neste concelho alcançado a maioria dos delegados aos Congresso: 26 em 49.
Vítor Ramalho que ganhou a Presidência da Federação à primeira volta, vê, assim, reconhecido o seu trabalho na Distrital Socialista ao longo de 4 anos e parte agora para um terceiro mandato.
Os resultado provisórios apontam para uma vitória na ordem dos 60%. Relembra-se que o recém eleito Presidente travou uma disputa eleitoral com outros dois candidatos.
Em 7 dos 13 concelhos do Distrito, Ramalho obteve votações acima dos 70%: Moita; 78,5%; Palmela, 74,6%; Seixal 73,5%; Sesimbra 79%; Sines 86,7€; Almada 86% e Santiago do Cacém 92,5%. Alcácer do Sal não deixou de reconhecer o esforço e o contributo da Federação, sob a direcção de Vítor Ramalho, na reconquista da Câmara Municipal e cerca de 68% preferiram reforçar essa liderança .Já Grândola manifestou-se com cerca de 58% a dizer que apostavam na continuação do trabalho realizado.
Nas palavras do eleito, “ o grande vencedor foi o PS e , particularmente, o seus militantes que demonstraram uma determinação firme no combate pelo futuro, num período muito complexo e incerto”.
Vítor Ramalho terá arrecadado cerca de mil e seiscentos votos, valor que excedeu expressivamente o somatório atingido pelos outros dois concorrentes à liderança socialista.
A Moção Novos Desafios, Novas Respostas, que teve como primeiro rosto, Vítor Ramalho, não obstante vir agora a ser discutida em Congresso Federativo, a realizar em Alcochete, já foi claramente sufragada pelos militantes socialistas do Distrito de Setúbal.
Sobre as expectativas para a forma como decorrerá a reunião magna socialista, a 23 de Outubro, o Presidente da Federação faz um apelo e manifesta um desejo “ espero, sinceramente, que se debatam ideias e não lugares, priorizando-se os objectivos estratégicos da minha moção que se devem colocar no centro da discussão política. O problema, recorrente, destes mega encontros é o de que se dá mais importância as corredores do que ao palco da verdadeira discussão política. Nos corredores peca-se por se discutir ‘pratos de ‘lentinhas’ e o país , bem como o distrito, já não aguentam esta forma de se fazer política. A política é uma arte nobre que deve ser valorizada na prática e isso é uma obrigação dos partidos, logo, porque os partidos são as pessoas, significa que é obrigação desta concorrer para essa valorização.”

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