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Bastidores

Primeira acção da Candidatura de Fernando Nobre no BarreiroVoluntários recolhem assinaturas de apoio

Hoje, na Rua Stara Zagora, frente ao Fórum do Barreiro, um Grupo de Voluntários promoveu a primeira acção da candidatura de Fernando Nobre no concelho do Barreiro.

O objectivo desta iniciativa foi a recolha de assinaturas de apoio à candidatura presidencial de Fernando Nobre.
“A recolha de assinaturas está a decorrer normalmente” – referiu ao Rostos, uma apoiante da Comissão de Apoio à Candidatura de Fernando Nobre dos concelhos do Barreiro e Moita.

2 min de leitura
Primeira acção da Candidatura de Fernando Nobre no Barreiro Voluntários recolhem assinaturas de apoio

Por Jornal Rostos

Enquanto eram recolhidas assinaturas de apoio à candidatura de Fernando Nobre, foi distribuído um comunicado cujo conteúdo transcrevemos integralmente:

Fernando Nobre
Acreditar em Portugal

Portugueses.

Sou candidato a Presidente da República, impulsionado por imperativo moral, de consciência e de cidadania.

Nada tenho contra os partidos ou a democracia partidária, porque não existe outra. Mas sou contra o sufoco partidário da vida pública. Acredito, sincera e profundamente que um homem livre, só e independente, pode servir melhor o país, nesta altura tão difícil e sensível para Portugal.
A minha candidatura é, também, a candidatura dos que não tiveram voz até agora, dos que se desiludiram com a política, dos que acreditam que a política não se esgota nos políticos e não é a sua coutada privada. Não é uma candidatura neutral, é uma candidatura empenhada, que diz respeito a todos aqueles para quem o destino do país não é indiferente, e que acreditam que as mudanças indispensáveis podem, ainda, ser feitas dentro do quadro constitucional e institucional.
Não interferirei nem dificultarei a vida a qualquer Governo, mas não presidirei, de braços cruzados, ao desgoverno do país ou à degradação das suas condições de vida, da sua essencial coesão social, do seu desenvolvimento, da sua justiça, da sua democracia e da dignidade de Portugal.
Candidato-me, não apenas porque o imperativo da hora me impõe esse dever moral e cívico, mas, sobretudo, porque a tarefa de não nos conformarmos a assistir, sem nada fazer, à agonia lenta de Portugal é uma exigência dos que vêm a seguir - os nossos filhos e netos - que não podemos ignorar nem desiludir.
Convido-vos a todos para esse combate em nome dos nossos filhos e netos.
Em nome da esperança.
Em nome do “Acreditar em Portugal”.

Viva Portugal!

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