Assembleia Concelhia de Palmela do PCP«O Governo PS é um executante da vontade dos banqueiros»
Na iniciativa que contou com a presença de duzentos participantes foi eleita a nova comissão concelhia de Palmela.
Margarida Botelho, da Comissão Política do Comité Central do PCP, no decorrer da Assembleia afirmou - "o Governo PS é um executante da vontade dos banqueiros e é inadmissível sujeitar o orçamento de estado ao visto prévio de instâncias internacionais".

Por Jornal Rostos
Realizou-se no passado dia 23 de Outubro, no Cine-Teatro S. João, em Palmela, a IX Assembleia da organização concelhia de Palmela do PCP, sobre o lema "Mais PCP Melhor Concelho.
Na iniciativa que contou com a presença de duzentos participantes foi eleita a nova comissão concelhia de Palmela.
No balanço efectuado pelo responsável local do PCP Virgolino Rodrigo, destaca-se, relativamente à ultima Assembleia realizada em 2006, o crescimento em 15% do número de militantes e a entrada de vários quadros jovens, revelando que "o partido continua a crescer, a alargar a sua base de influência, e a entrada de um numero apreciável de quadros jovens dá-nos excelentes perspectivas para o futuro do nosso trabalho no concelho de Palmela".
Virgolino Rodrigo adiantou ainda que " as pessoas reconhecem cada vez mais a seriedade da nossa intervenção política e sabem que estamos ao seu lado, na luta pelos seus direitos e aspirações" , finalizando que "as populações podem contar sempre com o PCP ".
Margarida Botelho, da Comissão Política do comité central adiantou que " O Governo PS está a destruir o país, e que é preciso afirmar um caminho diferente, somos um partido que denuncia e combate as más políticas, mas também um partido de propostas concretas necessárias para afirmar um outro rumo, como temos feito com a apresentação de várias medidas para sair da crise, com o projecto de resolução relativo à Candidatura da Arrábida a Património da Humanidade e com o projecto de desenvolvimento para o Distrito de Setúbal" .
Margarida Botelho adiantou ainda que "o Governo PS é um executante da vontade dos banqueiros e é inadmissível sujeitar o orçamento de estado ao visto prévio de instâncias internacionais".
Ana Teresa Vicente na sua intervenção referiu a sua preocupação com" o conjunto de medidas que o Orçamento de Estado contém, com o adiamento de projectos estruturantes para o desenvolvimento do concelho e da região e com a proposta de PIDDAC que não contempla um único investimento da Administração Central para o concelho".













