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Reforço das infra-estruturas no arco Lisboa – Setúbal – SinesProjecto europeu de rede ferroviária de mercadorias procura parceiros portugueses

Estimular a participação de entidades portuguesas como parceiras na criação de uma rede de promoção e desenvolvimento do Corredor Ferroviário Atlântico para Mercadorias foi um objectivo da reunião do Grupo de Transportes do Arco Atlântico, que decorreu terça-feira em Lisboa.

“O reforço da competitividade e da capacidade das infra-estruturas localizadas no arco Lisboa – Setúbal – Sines passa forçosamente pela melhoria das acessibilidades terrestres, nas quais a ligação ferroviária para tráfego de mercadorias a Espanha, e daí à Europa, assume um papel verdadeiramente estratégico para Portugal”, frisou Teresa Almeida.

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Reforço das infra-estruturas no arco Lisboa – Setúbal – Sines Projecto europeu de rede ferroviária de mercadorias procura parceiros portugueses

Por Jornal Rostos

. CCDR-LVT recebe reunião do Grupo de Transportes do Arco Atlântico

Estimular a participação de entidades portuguesas como parceiras na criação de uma rede de promoção e desenvolvimento do Corredor Ferroviário Atlântico para Mercadorias foi um objectivo da reunião do Grupo de Transportes do Arco Atlântico, que decorreu terça-feira em Lisboa.
A anfitriã da reunião, a Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT), Teresa Almeida, salientou, na abertura do encontro, que a Região de Lisboa e Vale do Tejo é “um importante pólo gerador de tráfego”.
“O reforço da competitividade e da capacidade das infra-estruturas localizadas no arco Lisboa – Setúbal – Sines passa forçosamente pela melhoria das acessibilidades terrestres, nas quais a ligação ferroviária para tráfego de mercadorias a Espanha, e daí à Europa, assume um papel verdadeiramente estratégico para Portugal”, frisou Teresa Almeida.
No encontro, o coordenador do Grupo de Transportes do Arco Atlântico, Mikel Diez Sarasola, recordou que o momento presente é o último no actual período de programação 2007-2013 para que possa ser apresentada uma candidatura ao Programa de Cooperação Transnacional Espaço Atlântico, cuja convocatória está aberta até 30 de Abril, e que a criação do Corredor Ferroviário Atlântico para Mercadorias é “prioritário” para as regiões que inclui.
Mikel Diez Sarasola lembrou ainda que, perante a revisão da Rede Transeuropeia de Transportes, a preparação do Corredor Ferroviário Atlântico assume-se como prioritária para sublinhar que “o espaço atlântico existe e tem de ser incluído no processo”.
O carácter estratégico do Corredor Ferroviário Atlântico foi destacado pelos participantes no encontro, que assinalaram objectivos como o combate às alterações climáticas através de um maior uso do transporte ferroviário, do impulso à maior competitividade das empresas e da promoção do desenvolvimento de infra-estruturas ferroviárias e de terminais intermodais.
A rede para a criação do Corredor Ferroviário Atlântico pretende ser transnacional e agregar como parceiros entidades públicas e privadas que estejam particularmente envolvidas, tanto ao nível das infra-estruturas, como dos serviços, no desenvolvimento do transporte ferroviário na área do corredor Atlântico.
Entre os participantes portugueses no encontro contam-se a Autoridade de Gestão de Programa Espaço Atlântico, a CP Carga S.A., o Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos, IP, a APSS – Administração dos Portos Setúbal e Sesimbra, SA, a APL – Administração do Porto de Lisboa, o Porto de Aveiro, a Tiner S.G.P.S – Plataforma Logísticas Aveiras/Azambuja e as CCDR do Centro e Alentejo.
Além dos participantes nacionais, estiveram na reunião representantes da Galiza, Castela-La Mancha, País Basco, Cantábria, das plataformas logísticas de Castela-La Mancha e da Andaluzia e da Irish Exporters Associattion.

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