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Bastidores

Vítor Ramalho líder do PS SetúbalPS tem que cuidar mais de si e da sua ideologia

Numa entrevista ao jornal «Sol», Vítor Ramalho, presidente da Federação Distrital de Setúbal do Partido Socialista, refere que admite o cenário de dissolução do Parlamento pelo Presidente da República e admite que se fosse primeiro-ministro ponderava pedir demissão, perante o discurso de Cavaco Silva, que classifica de “pouco adequado”.

Questionado sobre quem poderá substituir José Sócrates quando sair da liderança do PS, Vítor Ramalho apontou três nomes - António Costa, Carlos César – líder dos Açores – e António José Seguro, um dos poucos deputados do PS que aplaudiu o discurso de Cavaco Silva, no acto de tomada de posse do Presidente da República.

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Vítor Ramalho líder do PS Setúbal PS tem que cuidar mais de si e da sua ideologia

Por Jornal Rostos

Numa entrevista ao jornal «Sol», Vítor Ramalho, presidente da Federação Distrital de Setúbal do Partido Socialista, refere que interpreta o discurso do Presidente da República quando do acto de tomada de posse como – “uma intervenção pouco adequada”, nomeadamente, porque no “diagnóstico escamoteou as causas internacionais da crise”.

O líder do PS Setúbal, interroga – “E se o primeiro-ministro se demitisse, como é que se descalçaria a bota a seguir?»
E responde que – “Eu ponderaria, no próprio momento, sem hesitar. Mas não sou primeiro-ministro”.
Vítor Ramalho considera que Cavaco Silva com o seu discurso, deixa em aberto o cenário de dissolução do Parlamento.

Na entrevista, o líder do PS do Distrito de Setúbal, sublinha que – “o PS é um partido com o qual a sociedade portuguesa não pode deixar de contar”.
E, por outro lado, comenta que – “o PS não cuidou como devia da ideologia”.
Vítor Ramalho salienta que – “Quem ganhou as eleições foi o partido, não foi o Governo – que é uma emanação do PS”.
Questionado sobre quem poderá substituir José Sócrates quando sair da liderança do PS, Vítor Ramalho apontou três nomes- António Costa, Carlos César – líder dos Açores – e António José Seguro, um dos poucos deputados do PS que aplaudiu o discurso de Cavaco Silva, no acto de tomada de posse do Presidente da República.

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