PS Setúbal "Que Distrito Queremos?” tema de debate na na MoitaEduardo Cabrita sublinhou Governo encara distrito como uma enorme oportunidade

Por Jornal Rostos
Divulgamos a Nota de Imprensa do Partido Socialista sobre o Debate “Que Distrito Queremos?”:
Decorreu no passado dia 10 de Março, na Moita, o primeiro de uma série de oito Encontros, inseridos no Ciclo de Debates “Que Distrito Queremos?”, promovido pelo Gabinete Federativo de Ambiente e Planeamento Regional, da Federação Distrital de Setúbal do Partido Socialista, que contou como orador convidado o Deputado Eduardo Cabrita.
A iniciativa contou com a presença do Presidente da Federação Socialista, Vítor Ramalho, que interveio na abertura dos trabalhos.
A coordenação do Gabinete de Estudos promotor está a cargo de Nuno Silva, Orlando Santos e Carlos Delier. A ligação do Secretariado Distrital Socialista ao Gabinete é feita por Carlos Pires e Sérgio Bastos.
Falar do Distrito de Setúbal, o mais jovem distrito Português, permitir ao interveniente inicial dar um registo histórico da sua existência: “este Distrito foi criado pelo Estado Novo, em 1926, sendo um distrito dividido em duas realidades, a Península de Setúbal e o Alentejo Litoral, marcado ainda pelas realidades, antes e depois do Caminho de Ferro, Ponte Salazar e da instalação da CUF, os marcos históricos da realidades sócio -económica do distrito”.Na palestra acrescenta, a dado momento, “a ‘ponte Salazar’ se por um lado foi um marco determinante em termos de acessibilidade/mobilidade nas comunicações Norte/Sul, por outro abriu caminho à suburbanização da Península de Setúbal, marcando assim a ‘outra banda’”
Foi, também, feito um enquadramento em termos demográficos inserindo o distrito relativamente á AML – Área Metropolitana de Lisboa, e comparando-o com as diversas realidades, quer da AML Norte, quer da Península de Setúbal.
O orador fez questão de frisar que “ este Distrito foi colocado no centro das apostas dos investimentos nacionais , pelo primeiro Governo de José Sócrates, de onde se destacam as decisões quanto: ao aeroporto de Alcochete, a Terceira Travessia do Tejo, a Plataforma Logística do Poceirão, o TGV, bem como a criação da Sociedade Arco Ribeirinho Sul, com vista à requalificação dos territórios da Margueira, Quimiparque e Lisnave. Não foi esquecido o Alentejo Litoral com referências aos potenciais e apostas turísticas.
Eduardo Cabrita salientou, ainda, o papel que o eixo “Arrabidino” desempenhou no PROT-AML, sem contudo comprometer o destino das suas vertentes.
Do ponto de vista socioeconómico em que se encontra o Distrito, o orador referiu as responsabilidades que as forças politicas dominantes ao longo da Democracia têm na actual situação.
Concluiu que procuramos um distrito sustentável suportado na área mais dinâmica da AML e que este Governo encara este distrito como uma enorme oportunidade
Após a exposição de Eduardo Cabrita seguiu-se um período de participado debate, o qual foi encerrado pela leitura das conclusões do mesmo por João Pintassilgo.
No Encontro estiveram presentes, entre outros militantes socialistas e independentes, os presidentes das concelhias da Moita do PS e da JS, Manuel Borges e Miguel Ângelo, respectivamente; Teresa Almeida, actual presidente da CCDR-LVT; Manuel Macaísta Malheiros, actual governador civil e Eurídice Pereira, deputada da Assembleia da República.
Moita, 11 de Março de 2011













