CCDR-LVT promove discussão do Plano Nacional de Reformas 2020
A educação e o empreendedorismo foram dois temas em foco na sessão de trabalho que decorreu hoje na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT), no âmbito da preparação do Programa Nacional de Reformas 2020 (PNR).
No encontro, o Secretário de Estado da Energia e Inovação, Carlos Zorrinho, salientou a “importância estratégica” do documento e a necessidade de este conter uma “ideia de solidariedade e de coesão regional”.
No encontro, o Secretário de Estado da Energia e Inovação, Carlos Zorrinho, salientou a “importância estratégica” do documento e a necessidade de este conter uma “ideia de solidariedade e de coesão regional”.
Por Jornal Rostos
O PNR 2020, que deve ser apresentado a Bruxelas até ao final de Abril, contempla um conjunto de metas a tingir nas áreas da modernização, qualificação, sustentabilidade, emprego e pobreza.
De acordo com a Estratégia Europa 2020, aprovada pelo Conselho Europeu, o PNR a apresentar por cada país, deve ser elaborado em articulação com o Plano de Estabilidade e Crescimento e definir reformas que contribuam para o reforço da competitividade, do crescimento e do emprego.
Carlos Zorrinho frisou que o objectivo do PNR 2020 é ser “um documento que reflicta o que as pessoas pensam e que seja possível de fazer” por elas.
A necessidade de uma maior articulação entre universidades e empresas, o apoio à inovação e a necessidade de as instituições saberem ancorar o conhecimento produzido no país foram outros dos temas abordados pelos vários intervenientes na sessão.
Conforme salientou a Presidente da CCDR-LVT, Teresa Almeida, no final da sessão, os contributos recebidos foram “diversificados” e “riquíssimos”, tendo abrangido as diferentes metas do programa.
Durante o encontro foram apresentados alguns indicadores do Observatório Regional de Lisboa e Vale do Tejo, nomeadamente sobre as despesas em Investigação e Desenvolvimento em percentagem do PIB, que relevam que, com 2,36%, a Região de Lisboa se encontra posicionada acima da média nacional (1,55%).
Entre os intervenientes na sessão de trabalho de hoje estiveram José Eduardo Carvalho, da Associação Industrial Portuguesa, Henrique Joaquim, da Universidade Católica, João Seixas, do Instituto de Ciências Sociais, Jorge Justino, do Instituto Politécnico de Santarém, Mário Vale, do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Faculdade de Letras de Lisboa e Nuno Crato, do Taguspark.
Participaram ainda na discussão Nuno Artur Silva, das Produções Fictícias, Paula Guimarães, da Fundação Montepio, Sérgio Gonçalves, da empresa Livecontent, Pedro Calado, do Programa Escolhas, do Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, Tiago Andrade, da empresa Lifetime, Cristina Fangueiro, da Casa Pia de Lisboa, e António Wagner, da Orquestra Geração.
De acordo com a Estratégia Europa 2020, aprovada pelo Conselho Europeu, o PNR a apresentar por cada país, deve ser elaborado em articulação com o Plano de Estabilidade e Crescimento e definir reformas que contribuam para o reforço da competitividade, do crescimento e do emprego.
Carlos Zorrinho frisou que o objectivo do PNR 2020 é ser “um documento que reflicta o que as pessoas pensam e que seja possível de fazer” por elas.
A necessidade de uma maior articulação entre universidades e empresas, o apoio à inovação e a necessidade de as instituições saberem ancorar o conhecimento produzido no país foram outros dos temas abordados pelos vários intervenientes na sessão.
Conforme salientou a Presidente da CCDR-LVT, Teresa Almeida, no final da sessão, os contributos recebidos foram “diversificados” e “riquíssimos”, tendo abrangido as diferentes metas do programa.
Durante o encontro foram apresentados alguns indicadores do Observatório Regional de Lisboa e Vale do Tejo, nomeadamente sobre as despesas em Investigação e Desenvolvimento em percentagem do PIB, que relevam que, com 2,36%, a Região de Lisboa se encontra posicionada acima da média nacional (1,55%).
Entre os intervenientes na sessão de trabalho de hoje estiveram José Eduardo Carvalho, da Associação Industrial Portuguesa, Henrique Joaquim, da Universidade Católica, João Seixas, do Instituto de Ciências Sociais, Jorge Justino, do Instituto Politécnico de Santarém, Mário Vale, do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Faculdade de Letras de Lisboa e Nuno Crato, do Taguspark.
Participaram ainda na discussão Nuno Artur Silva, das Produções Fictícias, Paula Guimarães, da Fundação Montepio, Sérgio Gonçalves, da empresa Livecontent, Pedro Calado, do Programa Escolhas, do Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, Tiago Andrade, da empresa Lifetime, Cristina Fangueiro, da Casa Pia de Lisboa, e António Wagner, da Orquestra Geração.













