Protesto da Geração À Rasca marca audiênciacom Presidente da Assembleia da República
O protesto da Geração à Rasca anuncia a audiência marcada para o dia 25 de Março às 9:30 na Assembleia da República, com o Excelentíssimo Presidente da Assembleia da República, Dr. Jaime Gama.
Esta reunião terá o objectivo de entregar todas as folhas A4 que os manifestantes entregaram nos vários pontos do país com a descrição do que consideram problemático na sua situação bem como propostas de soluções aos problemas que os assolam.
Esta reunião terá o objectivo de entregar todas as folhas A4 que os manifestantes entregaram nos vários pontos do país com a descrição do que consideram problemático na sua situação bem como propostas de soluções aos problemas que os assolam.
Por Jornal Rostos
Segundo os organizadores do protesto, “este acto de entrega das folhas terá um significado para lá do simbólico. Existem muitas propostas legítimas e todas essas vozes deverão ser devidamente analisadas por todas as bancadas parlamentares, pois iremos requerer que cópias sejam entregues a cada um desses grupos. São vozes de pessoas que querem ser parte da solução e esperamos que mostrem especial atenção e se debrucem realmente sobre essas questões. Consideramos que o dia 12 de Março foi um dia muito especial e assumimos, desde o início, o compromisso de estabelecermos uma ponte e entregar em mãos os anseios de todas as pessoas para que realmente algo de tangível se faça”, refere Paula Gil.
Os organizadores consideram que os objectivos do protesto começam a ser cumpridos. “As pessoas começam a mobilizar-se e a criar encontros, movimentos, etc. Assistimos a uma verdadeira tomada de consciência cívica generalizada. Muita gente que habitualmente não o fazia, está a falar de política nos cafés, na rua, em casa. As pessoas saíram à rua e mostraram a sua vontade de participar, perceberam que todos nós temos de continuar este caminho e fazer com que este sentimento não se perca. É isto que cada um de nós, organizadores inclusivamente, iremos fazer como cidadãos, apoiando causas e movimentos que vão ao encontro das nossas consciências cívicas. Vemos também que o tema da precariedade está a ser discutido numa agenda política e mediática que foi claramente ampliada pelos acontecimentos de dia 12 de Março”, reforça João Labrincha, um dos organizadores do protesto.
Os organizadores consideram que os objectivos do protesto começam a ser cumpridos. “As pessoas começam a mobilizar-se e a criar encontros, movimentos, etc. Assistimos a uma verdadeira tomada de consciência cívica generalizada. Muita gente que habitualmente não o fazia, está a falar de política nos cafés, na rua, em casa. As pessoas saíram à rua e mostraram a sua vontade de participar, perceberam que todos nós temos de continuar este caminho e fazer com que este sentimento não se perca. É isto que cada um de nós, organizadores inclusivamente, iremos fazer como cidadãos, apoiando causas e movimentos que vão ao encontro das nossas consciências cívicas. Vemos também que o tema da precariedade está a ser discutido numa agenda política e mediática que foi claramente ampliada pelos acontecimentos de dia 12 de Março”, reforça João Labrincha, um dos organizadores do protesto.













