PSD quer mudar futuro do Distrito de Setúbal«O PS anunciou grandes investimentos, mas que não saíram do papel»
A cabeça-de-lista do PSD pelo distrito,Maria Luís Albuquerque, elegeu como principais áreas a Saúde, onde existem milhares de pessoas sem médico de família, a Segurança, em que é necessário colocar um travão ao sentimento à criminalidade que se tem feito sentir pela região, a Economia, o Emprego e o Turismo.

Por Jornal Rostos
PSD quer mudar futuro do Distrito de Setúbal
Os candidatos social-democratas estão fortemente empenhados em mudar o rumo das políticas praticadas pelo PS, que acusam de serem extremamente lesivas para o distrito de Setúbal e para o País.
O caminho a percorrer está claramente identificado pelos candidatos do PSD pelo Distrito. Na apresentação pública da lista às eleições Legislativas, realizada ontem em Setúbal, os social-democratas criticaram fortemente a governação socialista.
Pedro do Ó Ramos, Presidente da Distrital do PSD e número dois da lista, considera que as próximas eleições “são as mais importantes da história de Portugal”, devido ao seu carácter decisivo quanto ao futuro da nação.
A entrada do FMI é considerada como resultado de políticas governativas desastrosas aplicadas pelo governo de José Sócrates. “É uma humilhação ter alguém de fora a dizer-nos como Portugal deve ser governado. O PS castrou o futuro dos portugueses”.
As grandes obras que ao longo destes anos foram anunciadas para o distrito de Setúbal foram relembradas. “O PS anunciou grandes investimentos, mas que não saíram do papel”.
Pedro do Ó Ramos recorda também que o PSD foi cauteloso. “Sempre dissemos que havia outras prioridades e que não existiam verbas para estas obras megalómanas”.
Para alterar o rumo dos acontecimentos, é necessário que o Estado dê o exemplo, defende o candidato social-democrata.
Maria Luís Albuquerque também criticou os constantes anúncios da construção da linha de alta velocidade, que envolvem custos tremendos, feitos num momento particularmente difícil para as famílias portuguesas. “Como é que se pode pensar no TGV, quando as escolas têm que ficar abertas nas férias e aos fins-de-semana para que as nossas crianças possam ter pelo menos uma refeição por dia”.
A cabeça-de-lista do PSD pelo distrito, elegeu como principais áreas a Saúde, onde existem milhares de pessoas sem médico de família, a Segurança, em que é necessário colocar um travão ao sentimento à criminalidade que se tem feito sentir pela região, a Economia, o Emprego e o Turismo.
“Importância do distrito para o futuro do País é decisiva. Quando Setúbal cresce, Portugal também cresce”, afirmou a candidata social-democrata.
Para Miguel Relvas, secretário-geral do PSD, os nomes que integram a lista às eleições Legislativas são um exemplo de competência e de vontade, que têm como compromisso ajudar a mudar o paradigma que se tem vindo a instalar no distrito de Setúbal.
“Este Governo não tem desculpas”, considera o dirigente social-democrata, dando como exemplo os 80 mil milhões de dívida externa existente quando José Sócrates chegou ao poder, valor esse que duplicou em pouco mais de 6 anos, passando para 160 mil milhões de euros.
Mas essa dívida até seria compreensível se existisse mais emprego, mais saúde, melhores condições para os reformados, afirma. “Mas a realidade é exactamente a oposta.
Hoje em dia quando olhamos para a realidade portuguesa, verificamos indicadores da qualidade de vida que são absolutamente terríveis”.
Para Miguel Relvas, “a verdade é que o engenheiro Sócrates e o PS são os responsáveis pelo estado do País”.
O caminho que o PSD pretende construir é o inverso. “Queremos um caminho de exigência, de rigor, de seriedade”, afirma.
De referir ainda, o anúncio de que o Professor Rui Ramos, historiador e investigador principal do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa será o presidente da Comissão de Honra da Candidatura do PSD pelo Distrito de Setúbal. Brevemente, será feita uma apresentação pública dos elementos que compõem esta Comissão.
Fonte - PSD













