Comissão Politica Concelhia do Partido Socialista da MoitaPorque devemos votar PS

Por Jornal Rostos
Porque devemos votar PS
Contrariando o ciclo eleitoral, os portugueses encontram-se obrigados a escolher mais cedo o governo da Nação, por irresponsabilidade e ambição dos partidos da oposição. Os que se dizem à esquerda do PS, que pelo facto de saberem que não serão governo e que não terão de pôr em prática “os amanhãs que cantam” das suas promessas, sentem que podem destabilizar e incendiar à vontade o panorama político nacional fidelizando votos.
Quanto à direita, que vem rumando num trajecto neo-liberal, está ávida do poder que a todo o custo procura alcançar, não para fazer de Portugal um país melhor e mais desenvolvido, nem melhorar a qualidade de vida dos portugueses, mas, tão só, satisfazer os interesses dos grupos económicos que a apoiam e da clientela partidária incomodada por uma tão demorada ausência de poder.
No terreno crítico propiciado pela crise internacional em que essa direita neo-liberal lançou a Europa, incidindo num feroz ataque às economias mais débeis da Zona Euro, e no preciso momento em que o governo do Partido Socialista se esforçava junto dos seus parceiros europeus por consensualizar medidas menos gravosas para os portugueses e poder reabilitar a economia, eis que os partidos à esquerda e à direita do PS se unem numa aliança contra-natura de forma a derrubar o Governo de Portugal devidamente legitimado em eleições que haviam decorrido há apenas 15 meses.
O que se seguiu todos sabemos. E agora?
Já eram conhecidas a irresponsabilidade, as intenções e o projecto político do PSD em que é privilegiado a passagem para a esfera do domínio privado, onde dizem tudo ser excelente, serviços e funções que cabem ao Estado aniquilando o Estado Social. Com o decorrer da Campanha Eleitoral acabamos por perceber a leviandade, imaturidade e falta de preparação de quem o PSD propõe para 1º Ministro. Hoje apresenta um programa, amanhã corrige; hoje aumenta o IVA, amanhã baixa a Taxa Social Única; hoje vota a favor da despenalização do aborto, amanhã propõe um novo referendo. Que inconsequente.
Portugal precisa de um governo e um Primeiro Ministro que no momento mais crítico das últimas décadas seja responsável, tenaz, consequente, experiente e verdadeiramente capaz de governar de forma a que consigamos ultrapassar esta crise rapidamente e com o menor impacto possível na vida dos portugueses.
E esse homem é José Sócrates?
Sem dúvida. Porquê?
Porque com José Sócrates à frente do Governo do Partido Socialista,
• Foi feita a reforma do sistema público da Segurança Social, defendendo o sistema de previdência público e assegurando a sua sustentabilidade;
• Proporcionou que a rede nacional de equipamentos sociais tivesse um aumento sem precedentes na história da democracia, com a aprovação de mais 841 novos equipamentos sociais, num total de 49.400 lugares;
• Foi aprovada a Despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez;
• Foi aprovado o Casamento civil entre pessoas do mesmo sexo;
• Houve progressos claros e identificados na Escola Pública. Portugal foi o 2.º país em que os alunos mais progrediram em ciências e o 4.º que mais progrediram em leitura e matemática;
• Foram certificados 500.000 Portugueses, foi o maior passo dado na qualificação dos portugueses;
• Hoje, todas as escolas públicas têm acesso à internet em banda larga e 75% das escolas têm redes de área local instaladas, e foram distribuídos 1 Milhão e 700 mil computadores;
• Foram apoiadas mais de 70 mil empresas nos últimos anos através do Programa PME Investe, a que correspondem operações no valor de mais de 7.000 M€;
• A taxa média de crescimento anual das exportações subiu de 3,2% no período 2000/05 para 4,5% no período 2005/10 (neste período, fomos o 3.º país com maior crescimento das exportações na EU-15);
• Portugal é agora líder nas energias renováveis e um dos maiores produtores mundiais de energia eólica;
• Mais de metade da electricidade produzida em Portugal provém de fontes renováveis (contra 36% em 2005), permitindo evitar 800 milhões de Euros de importações de combustíveis fósseis;
• A rede de Unidades de Saúde Familiar, que conta com 283 novas unidades em funcionamento e com mais 450 mil novos utentes com médico de família, chegando a 3,5 milhões o número de utentes potenciais;
• Foi criado o Complemento Solidário para Idosos, para que nenhuma pessoa com mais de 65 anos disponha de um rendimento inferior ao limiar da pobreza, abrangendo mais de 270 mil beneficiários;
• O número de diplomados cresceu 20% e o número de doutorados 50%;
• Portugal tem a maior taxa de crescimento da Europa no investimento em Investigação & Desenvolvimento. Registou, entre 2004 e 2009, um dos progressos mais notáveis nesta área, com o investimento em Investigação & Desenvolvimento, em percentagem do PIB, a passar de 0,6 para 1,7;
• Foram criadas as Lojas do Cidadão de 2.ª geração. Em 2005, a rede de Lojas do Cidadão era constituída por 8 lojas, localizadas em grandes centros urbanos. Presentemente, estão em funcionamento 29 lojas, um pouco por todo o país;
• Portugal é líder do ranking europeu dos serviços públicos online (era 14.ª). Hoje 100% dos serviços estão ligados à Internet quando em 2004 apenas estavam ligados 40%;
• Há garantia do respeito pelos direitos dos trabalhadores em sede de concertação social.
• Foram eliminados benefícios especiais para titulares de cargos políticos;
• Foi criada a taxa de IRS de 42% para os que mais ganham;
• Foram criadas restrições na acumulação de reformas a ex-políticos e detentores de cargos públicos;
Votando no dia 5 de Junho no Partido Socialista estaremos a “Defender Portugal” e os interesses do povo português, a garantir a igualdade de oportunidades, a qualificação, a competitividade, o progresso, a modernidade e a lutar pela manutenção do Serviço Nacional de Saúde e da Escola Pública de qualidade, valores que identificam o PS como um partido verdadeiramente de esquerda.
O Secretariado da Comissão Politica Concelhia do Partido Socialista da Moita













