Embarcações tradicionais do rio Sado e do rio Tejo - Moita / SetúbalSão um inestimável património cultural, histórico e turístico no distrito de Setúbal
A deputada do Bloco de Esquerda Mariana Aiveca exige uma solução para as embarcações tradicionais do rio Tejo e as associações que ao longo dos anos têm garantido a sua construção, manutenção e reparação, mesmo sem os instrumentos logísticos ou financeiros que essa actividade merecia.

Por Jornal Rostos
As embarcações tradicionais do rio Sado e do rio Tejo são um inestimável património cultural, histórico e turístico no distrito de Setúbal. É, assim, vital que o Governo promova a viabilização da permanência das actividades das associações náuticas, actividades actualmente em risco por via da aplicação da Lei da Água.
De acordo com a legislação em vigor, os terrenos onde os centros náuticos do concelho da Moita possuem as suas edificações serão transferidos para a Administração do Porto de Lisboa (APL), ficando aquelas associações sujeitas ao pagamento de uma renda e as suas instalações submetidas a concurso. Ora, esta situação não tem em conta a especificidade daqueles cuja actividade é somente a construção e recuperação das embarcações tradicionais.
A deputada eleita pelo distrito de Setúbal quer que o Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território procure uma solução, em estreita parceria com as autarquias locais e as associações náuticas, valorizando o papel essencial que estas últimas desempenharam na requalificação das zonas ribeirinhas onde se instalaram, outrora deixadas ao abandono.
De acordo com a legislação em vigor, os terrenos onde os centros náuticos do concelho da Moita possuem as suas edificações serão transferidos para a Administração do Porto de Lisboa (APL), ficando aquelas associações sujeitas ao pagamento de uma renda e as suas instalações submetidas a concurso. Ora, esta situação não tem em conta a especificidade daqueles cuja actividade é somente a construção e recuperação das embarcações tradicionais.
A deputada eleita pelo distrito de Setúbal quer que o Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território procure uma solução, em estreita parceria com as autarquias locais e as associações náuticas, valorizando o papel essencial que estas últimas desempenharam na requalificação das zonas ribeirinhas onde se instalaram, outrora deixadas ao abandono.













