Bloco de Esquerda de PalmelaREPUDIA AUMENTO ABUSIVO DAS TARIFAS DOS TRANSPORTES PÚBLICOS
O Bloco de Esquerda de Palmela solidariza-se com a luta dos utentes dos transportes públicos e repudia o aumento das tarifas, apresentado na passada semana pelo Governo PSD/CDS-PP. Este aumento constitui um inaceitável abuso, não só pelo contexto económico das populações, como também pelos valores em causa.

Por Jornal Rostos
Esta é uma medida que agrava flagrantemente as condições de vida das pessoas, nomeadamente das trabalhadoras e trabalhadores com menores rendimentos, já sujeitos às medidas impostas pelo acordo com a troika e aprofundadas pelo Governo liderado por Pedro Passos Coelho.
Depois do corte no subsídio de Natal, o Governo promove mais um ataque às cidadãs e aos cidadãos que se prevê acentuar-se nos próximos tempos, por via da anunciada revisão da noção de serviço público. A directiva neoliberal, assente exclusivamente na procura do lucro e não na qualidade do serviço prestado, que pauta as medidas de austeridade impostas pela troika portuguesa, deixa antever a já muito desejada privatização de todo o sector empresarial dos transportes públicos. Na margem sul do Tejo, a Fertagus é exemplo cabal de como o sector privado penaliza os utentes, que pagam mais do dobro pelo mesmo troço efectuado por outra operadora (CP).
O desinvestimento a que a Linha do Sado tem sido votado não é compatível com o nível de desenvolvimento exigido para a região e tem-se traduzido num sentimento generalizado de abandono do serviço público. Os sucessivos aumentos das tarifas dos transportes públicos não se fizeram acompanhar do necessário incremento da qualidade do serviço prestado. Pelo contrário. Na margem sul são inúmeros os exemplos de redução de horários e supressão de carreiras que prejudicam gravemente as populações, sem quaisquer vias alternativas de mobilidade. Recorde-se que a Linha do Sado assegura a ligação ferroviária entre o Barreiro e Praias do Sado, sendo, em muitos casos, a única linha de transporte das populações.
A concelhia de Palmela do Bloco de Esquerda considera que esta situação é intolerável e exige um sistema de acessibilidades sustentado que garanta a mobilidade, a preços justos, das populações do distrito de Setúbal, necessidade urgente para devolver às populações qualidade de vida.
Depois do corte no subsídio de Natal, o Governo promove mais um ataque às cidadãs e aos cidadãos que se prevê acentuar-se nos próximos tempos, por via da anunciada revisão da noção de serviço público. A directiva neoliberal, assente exclusivamente na procura do lucro e não na qualidade do serviço prestado, que pauta as medidas de austeridade impostas pela troika portuguesa, deixa antever a já muito desejada privatização de todo o sector empresarial dos transportes públicos. Na margem sul do Tejo, a Fertagus é exemplo cabal de como o sector privado penaliza os utentes, que pagam mais do dobro pelo mesmo troço efectuado por outra operadora (CP).
O desinvestimento a que a Linha do Sado tem sido votado não é compatível com o nível de desenvolvimento exigido para a região e tem-se traduzido num sentimento generalizado de abandono do serviço público. Os sucessivos aumentos das tarifas dos transportes públicos não se fizeram acompanhar do necessário incremento da qualidade do serviço prestado. Pelo contrário. Na margem sul são inúmeros os exemplos de redução de horários e supressão de carreiras que prejudicam gravemente as populações, sem quaisquer vias alternativas de mobilidade. Recorde-se que a Linha do Sado assegura a ligação ferroviária entre o Barreiro e Praias do Sado, sendo, em muitos casos, a única linha de transporte das populações.
A concelhia de Palmela do Bloco de Esquerda considera que esta situação é intolerável e exige um sistema de acessibilidades sustentado que garanta a mobilidade, a preços justos, das populações do distrito de Setúbal, necessidade urgente para devolver às populações qualidade de vida.













