CDS-PP de Almada defende projecto Arco Ribeirinho Sul«Não seja esquecido, mas sim, reavaliado»
Por outro lado, sobre tomada de decisão de auto-estradas na região, onde se inclui a ER 377-2 que faria a ligação entre a Costa da Caparica e a Fonte da Telha, o CDS-PP, recorda que - "tem manifestado a sua oposição firme ao traçado desta via de circulação na Costa da Caparica, devido à destruição de campos agrícolas altamente rentáveis e à destruição e perturbação de paisagem protegida."

Por Jornal Rostos
Divulgamos o comunicado do CDS/PP de Almada:
Relativamente à extinção da Sociedade Arco Ribeirinho Sul tal como a suspensão de outras infra-estruturas na região, o CDS-PP Almada entende que:
Não está, nem pode estar em causa, o desenvolvimento e ordenamento quer do concelho de Almada quer da Região e Península de Setúbal.
Contudo, tendo em conta as dificuldades que o país atravessa a nível financeiro como a tentativa de equilíbrio das contas públicas, é necessário reavaliar todos os projectos que possam, a médio prazo, colocar o país numa situação ainda mais insustentável do ponto de vista da balança e equilíbrio financeiro do estado, sendo que isso, tem de ser entendido de uma forma clara e responsável.
Temos consciência que a requalificação desta área do território que engloba três concelhos do distrito de Setúbal ao qual se inclui Almada, deverá ser uma prioridade na reconversão do espaço público e urbano tendo em conta o desenvolvimento económico-financeiro tal como a vertente cultural e de lazer na grande região de Lisboa e Setúbal.
Posto isto, pretende-se que o projecto não seja esquecido, mas sim, reavaliado minuciosamente e de forma criteriosa.
De igual modo, a tomada de decisão abarca alguns troços e auto-estradas na região que ficam suspensas até nova indicação, onde se inclui a ER 377-2 que faria a ligação entre a Costa da Caparica e a Fonte da Telha.
O CDS-PP tem manifestado a sua oposição firme ao traçado desta via de circulação na Costa da Caparica, devido à destruição de campos agrícolas altamente rentáveis e à destruição e perturbação de paisagem protegida.
O CDS-PP lamenta também, que alguns autarcas do concelho tenham vindo já a público manifestar o seu descontentamento pela suspensão do mesmo troço que o Grupo Municipal do CDS-PP pretende que seja definitivamente banido do projecto, pois não se entende que com tantas vozes criticas ao mesmo, incluindo o Provedor de Justiça, há quem teimosa e incompreensivelmente, pretenda que a estrada atravesse e destrua área agrícola e área natural protegida.
O CDS-PP Almada













