No Comicio de encerramento da Festa do Avante no SeixalJerónimo de Sousa afirmou que «o sucesso do Governo será a ruína do país»
. «Tumulto social está o Governo a promover com estas politicas»
. Instituições da União Europeia não servem os interesses dos povos
Hoje, no comicio de encerramento da Festa do Avante, no Seixal, Jerónimo de Sousa, Secretário Geral do PCP, afirmou que o PS, PSD e CDS "são forças colaboracionistas" de um "programa comum" de destruição do país, que deve ser derrotado.
O Secretário Geral do PCP condenou as medidas de cortes de salários, o aumento inaceitável dos impostos, e, acusou Passos Coelho de se submeter às medidas da troika.

Por Jornal Rostos
O Secretário Geral condenou que exista um programa de auteridade para o povo, mas, por outro lado, criticou que nada seja feita contra a banca.
"Temos um país mais preso na armadilha da divida" - referiu Jerónimo de Sousa, recordando que a estratégia orçamental do governo demonstra que "o sucesso do Governo será a ruína do país".
O líder do PCP referiu que os dois meses de gestão do Governo já demonstraram, aos portugueses, a falsidade e como está a ser "insuportável" o constante aumento dos preços dos transportes, da habitação, na saúde,e, disse, que, com o argumento de reduzir as gorduras do Estado, o que se pretende é entregar áreas como a Saúde e a Educação nas mãos de privados - Governo quer transformar a educação e a saúde em áreas de negócio".
Jerónimo de Sousa acusou o Governo de querer criar um "Estado assistencialista".
"Esta politica coloca o país a saque" - referiu, sublinhando que "está em causa a democracia", afirmando que se confirma o tráfico de informações.
"Ouvir o choradinho de António José Seguro a criticar o governo até faz partirr as pedras da calçada" - sublinhou Jerónimo de Sousa, acusando o PS de ser cumplice das politicas que estão a ser desenvolvidas por Pedro Passos Coelho.
O líder do PCP, lançou um apelo à moblização dos portugueses, para que não se submetam às decisões e interesses colonizadores, impostos pelo pacto inscrito no programa da troika, cujo eixo central é aumentar a exploração dos trabalhadores.
Jerónimo de Sousa sublinhou que "os trabalhadores sempre foram o motor da luta", referindo a importância da acção da CGTP.
Recordando declarações de Pedro Passos Coelho, salientou que as lutas que o PCP apoia, não visam o "tumulto social", mas, sim, combater as medidas do Governo, de forma a evitar que as populações não sejam espoliadas nos seus direitos.
"Tumulto social está o Governo a promover com estas politicas" - referiu, acrescentando que o Primeiro Ministro - "vai ter de contar com a luta e contestação do povo".
O líder do PCP defendeu a renogociação da divida, e, também, uma politica que promova a produção nacional, reforce o investimento público, defenda o Serviço Nacional de Saúde e a Escola Pública.
Jerónimo de Sousa, afirmou que a queda dos paises socialistas, demonstra que o capitalismo ficou de campo aberto para atacar os direitos dos trabalhadores - "o socialiismo faz falta" - salientou, acrescentando que- "Marx tem razão".
Sublinhou que "o capitallismo não cairá por si".
Jerónimo de Sousa afirmou que a guerra da Libia é "uma guerra sem vergonha", porque aquilo que os move é o petróleo e não a defesa dos direitos humanos.
Por outro lado, acusou a Europa de estar a viver um período de decadência e a comportar-se com uma visão imperialista.
"Não caímos no discurso da ratoeira de mais União Europeia para ulltrapassar a crise do euro" - salientou, porque, disse, as instituições da União Europeia não servem os interesses dos povos.
O Secretário Geral do PCP defendeu o reforço do PCP, a ligação a classes antimonopolistas, reforço ideológico, neste ano que se assinala o 90º aniversário do PCP, lançou um apelo aos jovens para que combatam a politica de desatre nacional.
"Lutai com a vossa criatividade", referiu, porque a vossa opção pelo PCP, significa lutarem por uma sociedade mais justa, erguendo a "bandeira da Liberdade, da Democracia e do Socialismo".













