AUTARCAS DO PS DA MOITAVISITAM ALHOS VEDROS
Dos contactos com a população e movimento associativo foi possível constatar realidades já conhecidas, algumas que se arrastam há vários anos e que limitam a qualidade de vida e o desenvolvimento da população de Alhos Vedros.

Por Jornal Rostos
Assim, na Urbanização Vila Rosa caraterizada por uma forte densidade demográfica verificou-se uma ausência quase total de infra-estruturas de apoio, serviços, comércio e transportes aliado a um caótico e desordenado estacionamento automóvel. Na zona histórica a degradação urbanistica é uma realidade que aos alhosvedrense custa a aceitar, tal é o estado de ruína de inúmeras habitações devolutas e fábricas abandonadas.
Por outro lado verificou-se que a Unidade de Cuidados Continuados da Santa Casa da Misericórdia, construída com apoios locais, governamentais e comunitários ainda continua com a sua actividade por iniciar.
No respeitante ao bairro da Fonte da Prata as queixas são antigas e a qualidade de vida de quem o habita verifica-se deficitária, mesmo nas zonas construídas mais recentemente.
Já quase no final da visita houve ainda a oportunidade para uma agradável troca de impressões com os dirigentes do quase centenário CRI – Clube Recreativo e Instrução, que deram a conhecer o excelente trabalho que têm vindo a desenvolver com as suas escolinhas de futebol e presença nos campeonatos distritais e regionais nos escalões mais velhos. Registe-se que o CRI é dos poucos clubes do concelho a possuir um campo sintético para a prática daquela modalidade, conseguido através parcerias com entidades privadas.
O périplo por aquela Freguesia terminou com um jantar num dos restaurantes da localidade, durante o qual os autarcas e militantes do PS tiveram a oportunidade de refletir e concluir que em Alhos Vedros não se aplica o chavão “Viver bem à beira Tejo”.
Secretariado da Comissão Concelhia do Partido Socialista da Moita













