Critérios economicistas lesam as populações do concelho de AlmadaMariana Aiveca exige reposição do horário da travessia Trafaria – Porto Brandão
Esta decisão, baseada exclusivamente em critérios economicistas, lesa flagrantemente as populações do concelho de Almada, em especial das freguesias de Caparica e Trafaria, que sofrem, assim, mais uma penalização nas suas vidas.

Por Jornal Rostos
Além do aumento dos títulos de transporte, as/os utentes daquela travessia fluvial vêm agora reduzida em 50% a oferta do serviço, a que acresce os custos associados à ausência de intermodalidade entre os diferentes operadores de transporte público (ferroviário, fluvial e rodoviário) que operam em ambas as margens do rio.
Esta medida não teve em conta em conta, em momento algum, o interesse das pessoas e foi tomada ao arrepio das obrigações de prestação de um serviço público a que a Transtejo está comprometida.
Numa pergunta dirigida ao Ministério da Economia e do Emprego, a deputada eleita pelo círculo de Setúbal questionou o Governo sobre que iniciativas pondera a tutela adoptar com vista à inversão da situação actual e, consequente, reposição dos horários de transporte.
O Bloco de Esquerda requereu ainda à Câmara Municipal de Almada esclarecimentos sobre esta matéria e quer ver esclarecidos quais os esforços que a autarquia desenvolveu, ou considera desenvolver, para defender os interesses das cidadãs e dos cidadãos que diariamente utilizam o transporte fluvial na ligação Trafaria – Porto Brandão – Belém.
Fonte - BE













