Protesto da Geração à Rasca - um ano depoisMovimento 12 de Março pede ideias na janela e assalto às autárquicas
Faz um ano que mais de 500 mil pessoas saíram à rua, em Portugal e no estrangeiro, no Protesto da Geração à Rasca. Para os organizadores, os governantes ignoraram os manifestantes e tudo ficou pior.
Como resposta, escreveram um novo Manifesto [em anexo] e garantem «não cruzar os braços». Raquel Freire defende que “o 12 de Março será sempre uma conquista, porque as pessoas ganharam consciência do seu poder. Nesse dia, a democracia foi o que fizemos dela.”
Como resposta, escreveram um novo Manifesto [em anexo] e garantem «não cruzar os braços». Raquel Freire defende que “o 12 de Março será sempre uma conquista, porque as pessoas ganharam consciência do seu poder. Nesse dia, a democracia foi o que fizemos dela.”

Por Jornal Rostos
E para continuarem a aprofundar a Democracia têm um plano: «Queremos pôr as pessoas a falar umas com as outras, a partilharem projectos, ideias e soluções em todos os locais», revela Alexandre de Sousa Carvalho.
Assim, pedem que a partir do 12 de Março deste ano, todas as pessoas coloquem num pano branco, num cartaz, numa folha, as ideias em que acreditam para melhorar o país. Que as mostrem nas janelas, nos locais de trabalho, nas escolas, nos carros, em peças de roupa, através de emails, dos blogues, do Facebook e em outras redes sociais. (evento: https://www.facebook.com/events/317065008350158/)
“Deixámos de poder dizer que as pessoas, cooperando, nunca poderiam organizar protestos apartidários e plurais, apresentar propostas de lei, auditar a dívida pública e tantas outras iniciativas de cidadania que muita gente fez acontecer este ano em cada aldeia, vila ou cidade”, reforça João Labrincha.
E por acreditarem que este «é o tempo de ganharmos responsabilidade e de perdermos o medo» os activistas apelam a que, nas próximas eleições autárquicas, grupos de pessoas se juntem em movimentos e assaltem o poder local.
Francisco Venes explica: «Desafiamos todas e todos os que não se revêem nesta forma de governar, a criar listas independentes para candidatar às Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia de todo o país, já em 2013. Vamos, unidos, de baixo para cima, refundar o Estado e voltar a defender ideais de justiça, de igualdade, de liberdade e de cooperação que há muito os governantes deixaram de praticar».
Assim, pedem que a partir do 12 de Março deste ano, todas as pessoas coloquem num pano branco, num cartaz, numa folha, as ideias em que acreditam para melhorar o país. Que as mostrem nas janelas, nos locais de trabalho, nas escolas, nos carros, em peças de roupa, através de emails, dos blogues, do Facebook e em outras redes sociais. (evento: https://www.facebook.com/events/317065008350158/)
“Deixámos de poder dizer que as pessoas, cooperando, nunca poderiam organizar protestos apartidários e plurais, apresentar propostas de lei, auditar a dívida pública e tantas outras iniciativas de cidadania que muita gente fez acontecer este ano em cada aldeia, vila ou cidade”, reforça João Labrincha.
E por acreditarem que este «é o tempo de ganharmos responsabilidade e de perdermos o medo» os activistas apelam a que, nas próximas eleições autárquicas, grupos de pessoas se juntem em movimentos e assaltem o poder local.
Francisco Venes explica: «Desafiamos todas e todos os que não se revêem nesta forma de governar, a criar listas independentes para candidatar às Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia de todo o país, já em 2013. Vamos, unidos, de baixo para cima, refundar o Estado e voltar a defender ideais de justiça, de igualdade, de liberdade e de cooperação que há muito os governantes deixaram de praticar».













