PSD Almada debate “Ética, Política e Transparência”“Não faltam leis para a corrupção, mas são pouco aplicadas”
O presidente da Comissão Parlamentar de Ética, Cidadania e Comunicação da Assembleia da República, Mendes Bota, afirmou ontem que “em Portugal não faltam leis contra a corrupção, mas são pouco aplicadas.
O presidente do PSD Almada e deputado, Nuno Matias defende que a transparência e a ética devem ser os guias no desempenho de cargos públicos e da vida pública.
O presidente do PSD Almada e deputado, Nuno Matias defende que a transparência e a ética devem ser os guias no desempenho de cargos públicos e da vida pública.

Por Jornal Rostos
O presidente da Comissão Parlamentar de Ética, Cidadania e Comunicação da Assembleia da República, Mendes Bota, afirmou ontem que “em Portugal não faltam leis contra a corrupção, mas são pouco aplicadas.
No âmbito da iniciativa “Ética, Política e Transparência”, organizada pelo PSD Almada, o deputado considera que tem existido uma “falta de transparência na gestão dos dinheiros públicos”, apontando esta como uma das principais razões que afastam os eleitores dos eleitos e que gera a descredibilização da classe política.
“A promiscuidade entre interesses públicos e privados, aliada a um sentimento de que não há justiça, tem levado a que os cidadãos olhem com desconfiança para os políticos. Isso não pode acontecer pois é o descrédito nas próprias instituições políticas”, sublinha Mendes Bota.
O ex-eurodeputado realça que Portugal é dos países no mundo que tem mais leis contra a corrupção, mas que os culpados geralmente saem impunes.
“O sistema é demasiado garantístico. É mais fácil prender um pobre que roubou para comer que mandar um corrupto para a prisão. Nos últimos dez anos, só cinquenta é que deram entrada para detrás das grades. Uma média de 5 por ano. Ate parece uma brincadeira”, critica.
Mendes Bota acrescenta ainda que “não nos faltam leis para a corrupção, mas são pouco aplicadas, por falta de meios, e por falta de vontade”.
O presidente do PSD Almada e deputado, Nuno Matias defende que a transparência e a ética devem ser os guias no desempenho de cargos públicos e da vida pública.
“ O facto de existir transparência na política é uma forma de aproximar os eleitos dos eleitores, melhorando a imagem dos políticos junto dos cidadãos”, refere o social-democrata.
No âmbito da iniciativa “Ética, Política e Transparência”, organizada pelo PSD Almada, o deputado considera que tem existido uma “falta de transparência na gestão dos dinheiros públicos”, apontando esta como uma das principais razões que afastam os eleitores dos eleitos e que gera a descredibilização da classe política.
“A promiscuidade entre interesses públicos e privados, aliada a um sentimento de que não há justiça, tem levado a que os cidadãos olhem com desconfiança para os políticos. Isso não pode acontecer pois é o descrédito nas próprias instituições políticas”, sublinha Mendes Bota.
O ex-eurodeputado realça que Portugal é dos países no mundo que tem mais leis contra a corrupção, mas que os culpados geralmente saem impunes.
“O sistema é demasiado garantístico. É mais fácil prender um pobre que roubou para comer que mandar um corrupto para a prisão. Nos últimos dez anos, só cinquenta é que deram entrada para detrás das grades. Uma média de 5 por ano. Ate parece uma brincadeira”, critica.
Mendes Bota acrescenta ainda que “não nos faltam leis para a corrupção, mas são pouco aplicadas, por falta de meios, e por falta de vontade”.
O presidente do PSD Almada e deputado, Nuno Matias defende que a transparência e a ética devem ser os guias no desempenho de cargos públicos e da vida pública.
“ O facto de existir transparência na política é uma forma de aproximar os eleitos dos eleitores, melhorando a imagem dos políticos junto dos cidadãos”, refere o social-democrata.













