III Convenção Social Democrata do Distrito de SetúbalEducação é uma das principais alavancas para o futuro de Portugal
O presidente da Distrital de Setúbal do PSD, Pedro do Ó Ramos defendeu este sábado que o abandono escolar e a recessão estão intimamente ligados, sendo para isso necessário apostar cada vez mais na importância da educação em Portugal.
Em relação ao distrito de Setúbal, Bruno Vitorino afirma que “o PS deu-nos o deserto. Vendeu-nos o sonho, mas só trouxeram pesadelos, muita propaganda e nada feito”.
Luís Tavares Bravo, presidente do PSD Barreiro, considera que a Câmara Municipal do Barreiro tem que olhar para a Quimiparque como pólo aglutinador de empresas, gerando com isso emprego e atraindo famílias para se fixarem na cidade e no concelho.
Em relação ao distrito de Setúbal, Bruno Vitorino afirma que “o PS deu-nos o deserto. Vendeu-nos o sonho, mas só trouxeram pesadelos, muita propaganda e nada feito”.
Luís Tavares Bravo, presidente do PSD Barreiro, considera que a Câmara Municipal do Barreiro tem que olhar para a Quimiparque como pólo aglutinador de empresas, gerando com isso emprego e atraindo famílias para se fixarem na cidade e no concelho.

Por Jornal Rostos
Para o dirigente social-democrata, “se não temos um ensino de qualidade, temos dificuldade em formar massa crítica”, sendo para isso fundamental “fazer com que os jovens realmente aprendam”.
No âmbito da III Convenção Social Democrata do Distrito de Setúbal, dedicada ao empreendedorismo, Pedro do Ó Ramos realçou ainda que as práticas de gestão em Portugal “são muito inferiores em relação aos outros membros da Europa, pois no nosso país não se incentiva o bom trabalhador e não se penaliza o mau trabalhador”.
Contudo, o deputado do PSD está convencido de que o Governo está “empenhado” em alterar estes dados.
Esse empenho foi corroborado pelo secretário de estado da Energia, Artur Trindade, que reconheceu a necessidade de proceder a alterações noutras áreas, dando como exemplo o que está a ser feito ao nível da política energética.
Neste campo, o governante salientou o trabalho que vem sendo desenvolvido no sector dos combustíveis, estando o Governo está a preparar medidas para fomentar o aparecimento de combustíveis de baixo custo.
“Não são medidas fáceis. Há muitos interesses no sector. Esta é uma medida muito importante”, defende o secretário de estado.
Artur Trindade afirma que o principal objectivo é “defender o consumidor e as PME´s”.
Ao nível do sector eléctrico, realce para os cortes nas rendas neste sector, que atenuam aumento da eletricidade para 2,8 por cento em 2013.
Sem estas medidas do Ministério da Economia e Emprego aumento seria de 11%, enquanto as empresas em Média Tensão deverão ter variações nulas no preço da eletricidade Segundo Artur Trindade, esta percentagem resulta directamente das medidas de política energética introduzidas pelo Ministério da Economia e do Emprego no último ano – corte nas rendas excessivas, renegociação de rendas exageradas ou utilização das receitas dos leilões de carbono
em proveito dos consumidores eléctricos - sem as quais o aumento da electricidade no próximo ano nunca seria inferior a 11 por cento.
“Tal variação seria impensável face à realidade actual das famílias portuguesas, bem como altamente prejudicial para a saúde do tecido produtivo em Portugal, as empresas”, acrescenta.
Para o 1º vice-presidente do PSD, Jorge Moreira da Silva, a actual crise é uma oportunidade para Portugal resolver os problemas estruturais com que se debate há décadas.
“Os portugueses escolheram o partido mais reformista para resolver os problemas. Os actuais resultados dão-nos garantias de que a recuperação da nossa soberania financeira está a ser traçada, para que possa ser reconquistada o mais depressa possível”, refere o dirigente nacional do PSD.
Jorge Moreira da Silva dá o exemplo de que “este é um país que ganha 100, gasta 110 e deve 120, considerando que os portugueses viveram muito tempo acima do que produziam.
O social-democrata salienta que o Governo conseguiu reduzir a despesa pública em 11 mil milhões de euros, sendo este um recorde no actual estado democrático.
Por isso, critica quem pede mais tempo e mais dinheiro para além do que está negociado no memorando. “Um modelo com mais tempo e mais dinheiro vai fazer com que tenhamos de pagar muito mais”, garante.
“Faltam quase 20 meses para que o memorando de entendimento esteja concluído”, diz Moreira da Silva.
O presidente da Assembleia Distrital do PSD e deputado, Bruno Vitorino lembra que a actual crise é a “factura que os portugueses estão a pagar pelo regabofe socialista”.
“Esta é uma dívida muito pesada, o que faz com que o país esteja amarrado a um conjunto de compromissos nos próximos tempos”, aponta, criticando ainda o “descaramento do PS que diz que o Governo tem que cortar nas PPP´s, quando foram eles que as criaram”.
Em relação ao distrito de Setúbal, Bruno Vitorino afirma que “o PS deu-nos o deserto. Vendeu-nos o sonho, mas só trouxeram pesadelos, muita propaganda e nada feito”.
O presidente do PSD Barreiro, Luís Tavares Bravo, recorda o trabalho que o partido tem vindo a fazer no concelho, sobretudo o esforço realizado para criar uma agência de investimento.
“É necessária uma captação de recursos, que permita resolver os problemas locais”, assinala o líder concelhio, acusando o PCP de “falta de visão estratégica, nunca conseguindo descolar das suas ideologias”.
Luís Tavares Bravo considera que a Câmara Municipal do Barreiro tem que olhar para a Quimiparque como pólo aglutinador de empresas, gerando com isso emprego e atraindo famílias para se fixarem na cidade e no concelho.
Fonte - PSD
No âmbito da III Convenção Social Democrata do Distrito de Setúbal, dedicada ao empreendedorismo, Pedro do Ó Ramos realçou ainda que as práticas de gestão em Portugal “são muito inferiores em relação aos outros membros da Europa, pois no nosso país não se incentiva o bom trabalhador e não se penaliza o mau trabalhador”.
Contudo, o deputado do PSD está convencido de que o Governo está “empenhado” em alterar estes dados.
Esse empenho foi corroborado pelo secretário de estado da Energia, Artur Trindade, que reconheceu a necessidade de proceder a alterações noutras áreas, dando como exemplo o que está a ser feito ao nível da política energética.
Neste campo, o governante salientou o trabalho que vem sendo desenvolvido no sector dos combustíveis, estando o Governo está a preparar medidas para fomentar o aparecimento de combustíveis de baixo custo.
“Não são medidas fáceis. Há muitos interesses no sector. Esta é uma medida muito importante”, defende o secretário de estado.
Artur Trindade afirma que o principal objectivo é “defender o consumidor e as PME´s”.
Ao nível do sector eléctrico, realce para os cortes nas rendas neste sector, que atenuam aumento da eletricidade para 2,8 por cento em 2013.
Sem estas medidas do Ministério da Economia e Emprego aumento seria de 11%, enquanto as empresas em Média Tensão deverão ter variações nulas no preço da eletricidade Segundo Artur Trindade, esta percentagem resulta directamente das medidas de política energética introduzidas pelo Ministério da Economia e do Emprego no último ano – corte nas rendas excessivas, renegociação de rendas exageradas ou utilização das receitas dos leilões de carbono
em proveito dos consumidores eléctricos - sem as quais o aumento da electricidade no próximo ano nunca seria inferior a 11 por cento.
“Tal variação seria impensável face à realidade actual das famílias portuguesas, bem como altamente prejudicial para a saúde do tecido produtivo em Portugal, as empresas”, acrescenta.
Para o 1º vice-presidente do PSD, Jorge Moreira da Silva, a actual crise é uma oportunidade para Portugal resolver os problemas estruturais com que se debate há décadas.
“Os portugueses escolheram o partido mais reformista para resolver os problemas. Os actuais resultados dão-nos garantias de que a recuperação da nossa soberania financeira está a ser traçada, para que possa ser reconquistada o mais depressa possível”, refere o dirigente nacional do PSD.
Jorge Moreira da Silva dá o exemplo de que “este é um país que ganha 100, gasta 110 e deve 120, considerando que os portugueses viveram muito tempo acima do que produziam.
O social-democrata salienta que o Governo conseguiu reduzir a despesa pública em 11 mil milhões de euros, sendo este um recorde no actual estado democrático.
Por isso, critica quem pede mais tempo e mais dinheiro para além do que está negociado no memorando. “Um modelo com mais tempo e mais dinheiro vai fazer com que tenhamos de pagar muito mais”, garante.
“Faltam quase 20 meses para que o memorando de entendimento esteja concluído”, diz Moreira da Silva.
O presidente da Assembleia Distrital do PSD e deputado, Bruno Vitorino lembra que a actual crise é a “factura que os portugueses estão a pagar pelo regabofe socialista”.
“Esta é uma dívida muito pesada, o que faz com que o país esteja amarrado a um conjunto de compromissos nos próximos tempos”, aponta, criticando ainda o “descaramento do PS que diz que o Governo tem que cortar nas PPP´s, quando foram eles que as criaram”.
Em relação ao distrito de Setúbal, Bruno Vitorino afirma que “o PS deu-nos o deserto. Vendeu-nos o sonho, mas só trouxeram pesadelos, muita propaganda e nada feito”.
O presidente do PSD Barreiro, Luís Tavares Bravo, recorda o trabalho que o partido tem vindo a fazer no concelho, sobretudo o esforço realizado para criar uma agência de investimento.
“É necessária uma captação de recursos, que permita resolver os problemas locais”, assinala o líder concelhio, acusando o PCP de “falta de visão estratégica, nunca conseguindo descolar das suas ideologias”.
Luís Tavares Bravo considera que a Câmara Municipal do Barreiro tem que olhar para a Quimiparque como pólo aglutinador de empresas, gerando com isso emprego e atraindo famílias para se fixarem na cidade e no concelho.
Fonte - PSD














