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Bastidores

Luís Ferreira, candidato do PS BarreiroAcusa Câmara de «completa negligência perante o património público» do Bairro Alves Redol

O candidato do PS à presidência da Câmara Municipal do Barreiro, em visita ao Bairro Alves Redol, acusa autarquia de “inércia” permitindo “que os edifícios destinados a habitação social se estejam a degradar a olhos vistos, num acto de completa negligência perante o património público”.

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Luís Ferreira, candidato do PS Barreiro Acusa Câmara de «completa negligência perante o património público» do Bairro Alves Redol

Por Jornal Rostos

O Gabinete de Comunicação e Imagem do PS Barreiro divulga que “no âmbito das visitas que têm decorrido aos bairros sociais e territórios degradados do concelho, o candidato do Partido Socialista à Câmara Municipal, Luís Ferreira, visitou recentemente o Bairro Alves Redol, construído na década de 50, composto por 92 fogos camarários, com capacidade para acolher 240 residentes.

Avançado estado de degradação das fachadas das casas

Luís Ferreira salientou o facto “de ser facilmente constatável, mesmo para quem passa, o avançado estado de degradação das fachadas das casas e a ausência de manutenção do espaço público de uma área residencial onde vivem mais de duas centenas de barreirenses”.
O candidato do PS lamentou ainda que “a inércia do actual executivo esteja a permitir que os edifícios destinados a habitação social se estejam a degradar a olhos vistos, num acto de completa negligência perante o património público que, com toda a certeza, irá ser convenientemente julgado pelos barreirenses”.

Câmara recusou dar tinta para pintar fachada de casa

O Gabinete de Comunicação e Imagem do PS Barreiro, refere que “entre os principais problemas denunciados pelos habitantes do bairro, destacam-se as infiltrações e as condições muito precárias em que as casas são entregues aos novos inquilinos”, acrescentando que “relativamente ao exterior do edificado, um dos moradores - que preferiu não revelar a sua identidade -, afirmou mesmo ter-se “disponibilizado para pintar a fachada da sua habitação, caso a autarquia disponibilizasse a tinta, o que foi recusado sem qualquer justificação”.

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