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Bastidores

Igreja Bom Samaritano de Alhos Vedros – MoitaIntercede pela legalização de «angolanos»

No Vale da Amoreira foram referenciadas cerca de 20 pessoas, oriundas de Angola, nos «comboios aéreos de 1975» que, ainda hoje, não têm identificação, nem angolana, nem portuguesa.
A presença do Vice Consul da Embaixada de Angola, em Alhos Vedros, na próxima 4ª feira, será um passo importante para encontrar solução e legalizar os 20 cidadãos referenciados.

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Igreja Bom Samaritano de Alhos Vedros – Moita Intercede pela legalização de «angolanos»

Por Jornal Rostos

Na próxima 4ª feira, na Igreja Bom Samaritano, em Alhos Vedros, no concelho da Moita, vai estar presente o Vice Consul da Embaixada de Angola em Portugal, com o objectivo de encontrar soluções para legalizar os cidadãos oriundos de Angola, nos «comboios aéreos de 1975» que, até aos dias de hoje, não possuem nem nacionalidade angolana, nem nacionalidade portuguesa.
“A Igreja Bom Samaritano tem feito um trabalho fundamental na identificação dos cidadãos” – sublinhou ao «Rostos» Feliciano Dias, Presidente da Direcção da Amangola – Associação Moitense dos Amigos de Angola.
Segundo Feliciano Dias, no projecto realizado pela Igreja Bom Samaritano em colaboração com a associação Amangola, foram referenciadas 20 pessoas, oriundas de Angola, nos «comboios aéreos de 1975».
A presença do Vice Consul da Embaixada de Angola, em Alhos Vedros, na próxima 4ª feira, será um passo importante para encontrar solução e legalizar os 20 cidadãos referenciados.
No entanto, sabe-se da existência de mais situações desta natureza, que continuam por referenciar.
“É importante esta presença da embaixada de Angola no terreno” – sublinhou Feliciano Dias.
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