Almada - Falecimento de João da Cunha DiasAssembleia Municipal recorda «nobreza dos seus valores e causas»

Por Jornal Rostos
Pesar pelo falecimento do cidadão João da Cunha Dias
Faleceu o Cidadão João da Cunha Dias, residente há mais de sessenta anos em Almada.
Foi um profissional altamente qualificado no exercício da sua profissão de tipógrafo, compositor mecânico e fotocompositor.
Fez parte dos Corpos Dirigentes da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense, entre 1970 e 2012, ocupando vários cargos nomeadamente de presidente da direção.
Foi grande impulsionador, orientador e editor de uma série de 40 boletins da Incrível, iniciada em junho de 1974, verdadeiros nacos históricos da vivência da comunidade almadense, nesse período galvanizante da nossa história coletiva.
Foi também o compositor dos oito volumes da “Incrível no limiar dos 150 anos”, respeitando o maravilhoso legado do emérito associativista e incrível que foi António Henriques.
Foi cofundador e colaborador da Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada, a SCALA.
João da Cunha Dias também escreveu um livro, a que deu o título de “Também Escrevi o Meu Livro”, uma autobiografia aberta e de exaltação da família, dos amigos e da sua Incrível – um testemunho também de vida, vivências, amigos e amizades e da generosidade dos sentimentos associativos.
João da Cunha Dias o cidadão ativo e ativista, o homem “inconformado”, inquieto e agitado por vezes, mas puro nos sentimentos e na nobreza dos seus valores e causas.
Assim a Assembleia Municipal de Almada, neste momento de sentimento de perda, manifesta o seu pesar pelo falecimento do Cidadão João da Cunha Dias, apresenta à sua família enlutada as sentidas condolências e a solidariedade à sua Sociedade Filarmónica Incrível Almadense e à SCALA.










