José Beiramar apresentaTory : uma cidade com dois nomes
A obra foi declamada com suporte musical coordenado por Tó Pinheiro e acompanhada de uma performance de pintura ao vivo por Kira.

Por Jornal Rostos
A sessão foi presidida por João Lobo, Presidente da Câmara Municipal da Moita e contou com a participação de José Miguel Oliveira, da Editora marca d’água, que editou a obra com o apoio da Câmara Municipal da Moita. Tapadinhas apresentou a obra e o autor.
José Beiramar, começou por recordar que passaram 23 anos desde que, pela primeira vez, no Attelier do Kira, recitou a “Tory”, na presença de um grupo de amigos.
Na sua intervenção salientou que esta sua obra é a sua “história” neste país, onde continua aberta uma porta para os sonhos – nesta sua obra que é para ler, cantar e pintar.
Leonel Coelho, Florivaldo e Cristina declamaram o poema “Tory”, com a força que está viva naquele mensagem que nos diz: “um homem acaba sempre por morrer/às portas do oceano/solitariamente a engrossar a maré. Um homem acaba sempre por morrer/às portas da cidade/ na construção do poema/ e pronto”.










