Um dia de festaNo lançamento de “Fazer Associativismo”
No novo Café Bar da SFAL cerca de uma centena de pessoas participaram no lançamento do livro “Fazer Associativismo”, de António Sousa Pereira, uma edição do jornal “Rostos”.
Amílcar Romano, Vereador do Pelouro do Associativismo da Câmara Municipal do Barreiro e Artur Martins, Presidente da Direcção da Federação das Colectividades de Cultura e Recreio, foram convidados, como amigos do autor para o acompanhar no momento de apresentação da obra.
Amílcar Romano, Vereador do Pelouro do Associativismo da Câmara Municipal do Barreiro e Artur Martins, Presidente da Direcção da Federação das Colectividades de Cultura e Recreio, foram convidados, como amigos do autor para o acompanhar no momento de apresentação da obra.

Por Jornal Rostos
Artur Martins, sublinhou a importância do Movimento Associativo em Portugal e considerou que ainda há um grande caminho a percorrer tendo em vista ao pleno reconhecimento do papel e acção dos associativismo na valorização e melhoria da qualidade de vida das populações.
Referiu ainda que as autarquias são parceiros e ambos estão empenhados no desenvolvimento da vida local, por isso devem cada vez mais trabalhar em conjunto.
Amílcar Romano sublinhou a importância da modernização da vida associativa que deve apostar na qualidade como caminho para atrair as populações e melhor cumprir o seu papel social.
António Sousa Pereira referiu o conteúdo da obra e que a mesma deve ser analisada no contexto epocal em os textos forma escritos, na sua opinião, muitas das ideias que expressou em Colóquios, Conferências e artigos de opinião que integram a obra “Fazer Associativismo”, não pretendem ser conclusões, nem linhas de orientação, são apenas reflexões, algumas delas ainda actuais, que visam a promoção do debate e uma abordagem do associativismo como fenómeno social e mobilizador das populações.
Manuel Alpalhão leu o poema que abre o livro “Fazer Associativismo”, uma homenagem ao Ti’Jerónimo Alves, associativista galardoado com a condecoração “Barreiro Reconhecido”.
Após a apresentação do livro seguiu-se um animado convívio para assinalar os 27 anos de casamento de António Sousa Pereira e Maria de Lurdes Pereira, bem como o aniversário de Maria de Lurdes, motivações que estiveram na origem do lançamento do livro “Fazer Associativismo” – segundo revelou o autor.
Referiu ainda que as autarquias são parceiros e ambos estão empenhados no desenvolvimento da vida local, por isso devem cada vez mais trabalhar em conjunto.
Amílcar Romano sublinhou a importância da modernização da vida associativa que deve apostar na qualidade como caminho para atrair as populações e melhor cumprir o seu papel social.
António Sousa Pereira referiu o conteúdo da obra e que a mesma deve ser analisada no contexto epocal em os textos forma escritos, na sua opinião, muitas das ideias que expressou em Colóquios, Conferências e artigos de opinião que integram a obra “Fazer Associativismo”, não pretendem ser conclusões, nem linhas de orientação, são apenas reflexões, algumas delas ainda actuais, que visam a promoção do debate e uma abordagem do associativismo como fenómeno social e mobilizador das populações.
Manuel Alpalhão leu o poema que abre o livro “Fazer Associativismo”, uma homenagem ao Ti’Jerónimo Alves, associativista galardoado com a condecoração “Barreiro Reconhecido”.
Após a apresentação do livro seguiu-se um animado convívio para assinalar os 27 anos de casamento de António Sousa Pereira e Maria de Lurdes Pereira, bem como o aniversário de Maria de Lurdes, motivações que estiveram na origem do lançamento do livro “Fazer Associativismo” – segundo revelou o autor.






















