João Cabeçadas – Vencedor do Campeonato América CUPEsta prova pode ser um exemplo para outros clubes

Por Jornal Rostos
Na sua opinião é pena que esta iniciativa só aconteça uma vez por ano – “Não sei como é em relação aos patrocínios, mas do ponto de vista do desportista gostaria de ver esta iniciativa acontecer duas ou três vezes por ano. Esta prova pode ser um exemplo para outros clubes, porque praticamente todos os clubes têm Escola de Vela, têm raqueros, têm barcos deste tipo e podia ser implementado um “Circuito” com outros clubes do país, fazendo mais provas desta natureza”.
Mais vezes por ano
Segundo João Cabeçadas – “A realização desta prova, no Barreiro, pode servir de exemplo, para outros fazerem a mesma coisa e passarmos a ter mais Mutch Racing em Portugal.
É uma disciplina que existe mas que não é habitual em Portugal, como acontece noutros países onde, todos os dias há pessoas a praticar Mutch Racing e todos os fins de semana há regatas e provas de Mutch Racing.
Eu estive agora um ano e meio na Nova Zelândia e todos os dias, havia prática de Mutch Racing e todos os fins de semana havia regatas.
Nós, em Portugal, não poderemos de um ano para o outro passar para esse nível, mas esta é uma disciplina que pode desenvolver-se porque presta-se para o patrocínio. A Vela , como todo o desporto, sem o patrocínio não chega longe, esta prova permite uma simbiose – o patrocínio é bom para a Mutch Racing e o Mutch Racing é bom para o patrocínio.”
Barreiro é um exemplo
Na opinião de João Cabeçadas – “Este exemplo que está ser dado aqui no Barreiro, prova que, mesmo com a prata da casa, com poucos meios, consegue-se fazer um campeonato muito bonito e muito interessante.
O Mutch Racing existe em Portugal,mas tornando-o num Mutch Racing mais apetecível para as organizações, pode ser mais dinamizado”.
O vencedor da Taça América disse-nos a encerrar o nosso breve diálogo – “Estou satisfeito. Já conhecia o Barreiro. A organização está bem.”










