Cristina Santos- Delegada Regional do IPJ“Todos nós podemos mudar um bocadinho o nosso mundo”

Por Catarina Simão
Para Cristina Santos, o convite “foi uma surpresa”. “Sabia que tinha conhecimentos na área, mas nunca pensei que o pudesse fazer, até porque esta função não engloba apenas conhecimentos na área da juventude, como também a nível de recursos humanos”. A sua formação em Psicologia Social, muito direccionada para os recursos humanos auxiliou-a neste novo desempenho. “Foi tudo novo. Sempre fui cliente do IPJ”, e em Outubro de 2002 passou para o outro lado da instituição. O balanço da experiência é positivo: “em termos pessoais é muito gratificante. É difícil chegar ao que os jovens realmente gostam. Temos sempre a noção do que eles precisam, o que nem sempre coincide com o que eles querem”. Neste sentido, torna-se por vezes complicado gerir actividades que reunam os vários interesses em jogo.
Para a delegada regional do IPJ o associativismo juvenil ainda não chega ao número de jovens que seria desejado: “essa é a grande dificuldade, a grande aposta e o grande desafio: como é que vamos conseguir chegar a estes jovens”.
Bruno Vitorino seria o melhor “Rosto Regional”
Cristina Santos esteve sempre ligada a causas em que acreditava. Na sua vida escutista, como presidente da Associação de Estudantes da Escola Secundária dos Casquilhos e como membro da JSD lutou para tentar mudar alguma coisa no mundo que a rodeava.
Sobre a distinção “Rosto Regional”, pensa que foi levado em conta o trabalho que tem feito na delegação regional de Setúbal do IPJ. No entanto, considera que a pessoa a pessoa indicada para receber este prémio seria o Bruno Vitorino: “não haveria melhor pessoa do que ele para esta distinção. Não há duvida que muito daquilo que sei aprendi com ele.”. “Em ultima análise vou dividir o prémio com ele”.










