Uma vida dedicada ao AssociativismoBarreiro perde Joaquim Torrão
Faleceu, no passado dia domingo, dia 16 de Maio, o barreirense Joaquim Torrão.
Nascido na zona velha do Barreiro, a 16 de Fevereiro de 1904, Joaquim Torrão frequentou a escola Conde Ferreira, tendo como professor principal Joaquim Vicente França.
Nascido na zona velha do Barreiro, a 16 de Fevereiro de 1904, Joaquim Torrão frequentou a escola Conde Ferreira, tendo como professor principal Joaquim Vicente França.
Por Jornal Rostos
Em 1920, inscreve-se como sócio da SDUB “Os Franceses”, numa altura em que a obra de construção da sede da colectividade estava praticamente a terminar.
Desde sempre ligado aos Franceses, Joaquim Torrão contribuiu também para o desenvolvimento de outras colectividades, sendo sócio de 16 associações.
Em 1919, tinha iniciado a sua vida profissional nas oficinas dos Caminhos-de-Ferro, onde trabalhou até aos 60 anos de idade. A sua criatividade foi aproveitada em situações problemáticas, tendo contribuído para a rentabilização da companhia e recebido dos seus superiores elogios e louvores.
Casou a 27 de Janeiro de 1927 com Alda Clélia Torrão. Desta união nasceram duas filhas. A família foi crescendo e, aos cem anos, Joaquim Torrão tinha como descendentes dois netos, seis bisnetos e três trisnetos.
A sua vida familiar, profissional e associativa foram, para os que privaram com Joaquim Torrão, um exemplo de honestidade, perseverança e partilha, tendo sempre uma palavra de ânimo e incentivo perante qualquer problema.
A Câmara Municipal do Barreiro apresenta à família de Joaquim Torrão as mais sinceras condolências e lamenta o desaparecimento de uma personalidade que honrou o Barreiro.
Desde sempre ligado aos Franceses, Joaquim Torrão contribuiu também para o desenvolvimento de outras colectividades, sendo sócio de 16 associações.
Em 1919, tinha iniciado a sua vida profissional nas oficinas dos Caminhos-de-Ferro, onde trabalhou até aos 60 anos de idade. A sua criatividade foi aproveitada em situações problemáticas, tendo contribuído para a rentabilização da companhia e recebido dos seus superiores elogios e louvores.
Casou a 27 de Janeiro de 1927 com Alda Clélia Torrão. Desta união nasceram duas filhas. A família foi crescendo e, aos cem anos, Joaquim Torrão tinha como descendentes dois netos, seis bisnetos e três trisnetos.
A sua vida familiar, profissional e associativa foram, para os que privaram com Joaquim Torrão, um exemplo de honestidade, perseverança e partilha, tendo sempre uma palavra de ânimo e incentivo perante qualquer problema.
A Câmara Municipal do Barreiro apresenta à família de Joaquim Torrão as mais sinceras condolências e lamenta o desaparecimento de uma personalidade que honrou o Barreiro.










