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Cidade com Rostos

Presidente da Câmara Municipal do Barreiro“Ser pelo sim é ser pela liberdade!”

“Reflecti bastante antes de tomar a decisão de tornar publica a minha posição pessoal sobre a IVG.
Conclui que como cidadão, com responsabilidades acrescidas, tenho essa obrigação.” _ salienta Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro e da Área Metropolitana de Lisboa, acrescentando – “Sou pelo sim, neste referendo, porque me parece fundamental que a opção de maternidade/paternidade possa ser uma opção responsável e consciente, onde a mulher não seja criminalizada nem julgada.”

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Presidente da Câmara Municipal do Barreiro “Ser pelo sim é ser pela liberdade!”

Por Jornal Rostos

Na sua declaração, Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro e da Área Metropolitana de Lisboa, refere que – “O que considero mais importante é que todos manifestem a sua opinião no próximo dia 11 de Fevereiro, no referendo nacional sobre a despenalização da Interrupção Voluntária de Gravidez (IVG), para decidir a posição pública a assumir sobre despenalização da IVG, até às 10 semanas, por opção da mulher, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado.

Sou pelo sim, neste referendo, porque me parece fundamental que a opção de maternidade/paternidade possa ser uma opção responsável e consciente, onde a mulher não seja criminalizada nem julgada.”

Termine de vez com as IVG’s em condições de clandestinidade

Por outro lado sublinha – “Sou pelo sim, neste referendo, porque considero imprescindível que se termine de vez com as IVG’s em condições de clandestinidade e insegurança que, servindo interesses particulares, põem em risco a saúde e a vida das mulheres.

Sou pelo sim, neste referendo, porque a legalização da IVG permitirá uma verdadeira liberdade para os que a defendem e para os que defendem o contrário.
Com a despenalização da IVG dar-se-á verdadeiras condições de opção, em liberdade, a todos. Aos que optam por praticar o aborto e aos que optam por não o praticar.

Sou pelo sim porque ninguém deve ser obrigado a ter um filho quando não pode ou não deseja.
Sou pelo sim, neste referendo, porque defendo a liberdade de opção.”

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