Galardão “Barreiro Reconhecido 2008”“Ciência, Investigação e Conhecimento”
José Augusto Batista
José Augusto Batista nasce a 14 de Julho de 1955, no Barreiro, na casa da avó, no local onde é hoje a bancada sul do Campo D. Manuel de Mello.
Vai morar para o Bairro Novo da CUF e faz a instrução primária na escola n.6 do Barreiro. Frequenta o Liceu Nacional de Setúbal, tendo feito o último ano já na sua terra natal, no antigo Colégio Seixas. Ingressa depois no Instituto Superior Técnico, mas logo conclui que não nasceu para ser engenheiro, mas para Biólogo.
Vai morar para o Bairro Novo da CUF e faz a instrução primária na escola n.6 do Barreiro. Frequenta o Liceu Nacional de Setúbal, tendo feito o último ano já na sua terra natal, no antigo Colégio Seixas. Ingressa depois no Instituto Superior Técnico, mas logo conclui que não nasceu para ser engenheiro, mas para Biólogo.

Por Jornal Rostos
Uma vocação alimentada pelas suas professoras de Liceu, Guilhermina Lobato e Lisete Neto Macedo que, mais tarde, seriam suas colegas no Liceu Nacional do Barreiro, onde leccionou a partir de 1975.
É licenciado em Biologia, pela Faculdade de Ciências de Lisboa “Clássica” e tem o Mestrado em “Metodologias do Ensino das Ciências”, pela Faculdade de Ciências de Lisboa.
Em 1979, tem a sua primeira experiência profissional, como Biólogo no Serviço Nacional de Parques e Reservas, na Ria Formosa, no Algarve. Era o início de um vasto percurso ligado à Ciência e ao Conhecimento.
Em 1983, entra para a Escola Secundária de Santo André onde foi professor efectivo e de 1987 a 1989, é assistente equiparado na Escola Superior de Educação de Setúbal.
É, desde 1989, perito internacional de formação de formadores das Nações Unidas, na OIT – Organização Internacional de Trabalho. Tem, por isso, trabalhado em muitos países, de África à Ásia, sempre na área da formação, onde faz a avaliação e gestão de projectos nas vertentes da agricultura e ambiente.
Entre inúmeros trabalhos, destaca, em Portugal, a caracterização ambiental do Sapal de Coina e da Serra da Malcata e seus emblemáticos Linces.
De Angola, recorda a experiência de fazer a montagem e gestão de um centro de formação profissional, em Luanda, em circunstâncias difíceis, durante a guerra.
Ainda hoje, participa em missões das Nações Unidas, mas programa-as para o período de férias.
De 1992 a 1995, é director do Centro de Formação de Professores do Barreiro, para logo em seguida regressar à Escola Secundária de Santo André onde ainda hoje é professor titular e lecciona as disciplinas de Biologia e Geologia aos alunos do 10º, 11º e 12º anos.
Trabalha para a Texto Editora, integrada no grupo Leya. Tem dezenas de obras publicadas sobre Ciências Naturais, em quase todos os âmbitos da Biologia e da Ecologia.
Confessa que de tudo o que já fez, gosta muito de ser professor e considera que formou uma geração de pessoas numa determinada maneira de ver a Ciência e o Ambiente.
Preza a liberdade e podia ter qualquer carreira, mas dá valor às coisas simples da vida. Uma delas foi ter a oportunidade de tocar viola com os músicos Jorge Palma, Rão Kyao e António Pinheiro da Silva.
Casado há mais de 25 anos e pai de três filhos, tem conseguido conciliar a vida familiar, com as suas “andanças” pelo mundo, mas volta sempre ao Barreiro, uma terra, para si “muito especial”.
Pelo seu abnegado contributo para o desenvolvimento da Ciência e do Conhecimento, no Barreiro, em Portugal e no Mundo, a Câmara Municipal do Barreiro tem a honra de atribuir a José Augusto Batista, o Galardão Barreiro Reconhecido na área “Ciência, Investigação e Conhecimento”.
É licenciado em Biologia, pela Faculdade de Ciências de Lisboa “Clássica” e tem o Mestrado em “Metodologias do Ensino das Ciências”, pela Faculdade de Ciências de Lisboa.
Em 1979, tem a sua primeira experiência profissional, como Biólogo no Serviço Nacional de Parques e Reservas, na Ria Formosa, no Algarve. Era o início de um vasto percurso ligado à Ciência e ao Conhecimento.
Em 1983, entra para a Escola Secundária de Santo André onde foi professor efectivo e de 1987 a 1989, é assistente equiparado na Escola Superior de Educação de Setúbal.
É, desde 1989, perito internacional de formação de formadores das Nações Unidas, na OIT – Organização Internacional de Trabalho. Tem, por isso, trabalhado em muitos países, de África à Ásia, sempre na área da formação, onde faz a avaliação e gestão de projectos nas vertentes da agricultura e ambiente.
Entre inúmeros trabalhos, destaca, em Portugal, a caracterização ambiental do Sapal de Coina e da Serra da Malcata e seus emblemáticos Linces.
De Angola, recorda a experiência de fazer a montagem e gestão de um centro de formação profissional, em Luanda, em circunstâncias difíceis, durante a guerra.
Ainda hoje, participa em missões das Nações Unidas, mas programa-as para o período de férias.
De 1992 a 1995, é director do Centro de Formação de Professores do Barreiro, para logo em seguida regressar à Escola Secundária de Santo André onde ainda hoje é professor titular e lecciona as disciplinas de Biologia e Geologia aos alunos do 10º, 11º e 12º anos.
Trabalha para a Texto Editora, integrada no grupo Leya. Tem dezenas de obras publicadas sobre Ciências Naturais, em quase todos os âmbitos da Biologia e da Ecologia.
Confessa que de tudo o que já fez, gosta muito de ser professor e considera que formou uma geração de pessoas numa determinada maneira de ver a Ciência e o Ambiente.
Preza a liberdade e podia ter qualquer carreira, mas dá valor às coisas simples da vida. Uma delas foi ter a oportunidade de tocar viola com os músicos Jorge Palma, Rão Kyao e António Pinheiro da Silva.
Casado há mais de 25 anos e pai de três filhos, tem conseguido conciliar a vida familiar, com as suas “andanças” pelo mundo, mas volta sempre ao Barreiro, uma terra, para si “muito especial”.
Pelo seu abnegado contributo para o desenvolvimento da Ciência e do Conhecimento, no Barreiro, em Portugal e no Mundo, a Câmara Municipal do Barreiro tem a honra de atribuir a José Augusto Batista, o Galardão Barreiro Reconhecido na área “Ciência, Investigação e Conhecimento”.










