Região de Lisboa e Vale do TejoJosé Alho novo Director Regional das Florestas
José Alho é licenciado em Biologia pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, foi Dirigente da LPN e tem participado com frequência em congressos e seminários. Com 46 anos de idade vai assumir as novas responsabilidade na estrutura da recém criada Autoridade Florestal Nacional. A sede a Direcção Regional será em Santarém correspondendo à proposta de reorganização imposta pelo Programa de Reforma da Administração Pública.

Por Jornal Rostos
Foram ainda nomeados como Director Regional de Florestas do Norte Rogério Rodrigues, actual Chefe de Divisão de Caça e Pescas; para a Direcção Regional de Florestas do Centro foi indicado Viriato Garcez, técnico superior da DRAP Centro ocupando, actualmente funções na estrutura de comando da Autoridade Nacional de Protecção Civil; para a Direcção Regional de Florestas do Alentejo a escolha recaiu sobre Carlos Ramalho que exerceu funções na Comissão de Reflorestação do Alentejo e é actualmente Chefe de Divisão DFCI; no Algarve e como Director Regional de Florestas do Algarve, a opção recaiu em António Miranda, Chefe de Divisão de Cooperação e Valorização de Recursos da DRAP Algarve.
Com estas nomeações verifica-se uma renovação completa na estrutura florestal de âmbito regional sendo de considerar que a média de idades dos novos responsáveis se situa nos 42 anos.
O Primeiro-Ministro e o Ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e das Pescas, nomearam ainda como Presidente da nova Autoridade Florestal Nacional, António José Rego que exercia as funções de Director-Geral dos Recursos Florestais, tendo sido Presidente do Instituto da Vinha e do Vinho e Director Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo.
Foram ainda nomeados como Vice-Presidente, Luis Duarte (actual Subdirector-geral dos Recursos Florestais), e como Directores Nacionais Paulo Mateus (actual Subdirector-Geral), António Gravato (actual Chefe da Circunscrição Florestal do Centro) e João Pinho (actual Director de Serviços de Defesa da Florestas contra Incêndios).
A Autoridade Florestal Nacional, que sucede à Direcção-Geral dos Recursos Florestais, tem por missão a valorização ambiental e económica da floresta portuguesa, um melhor acompanhamento dos investimentos e aplicação dos fundos públicos, para além da prestação de um vasto conjunto de serviços aos cidadãos.
A AFN terá uma estrutura assente nas áreas de negócios – Fileiras; Gestão; Defesa da Floresta e Produtos e Recursos da Floresta, e compatibilizará as suas unidades orgânicas com as NUT’s II, e faz ainda, uma mudança de paradigma ao nível do território com a criação de Unidades de Gestão que, tendencialmente, tratarão só do território florestal e se libertação do trabalho burocrático.
O objectivo é transformar a nova AFN numa estrutura presente, onde tem que estar – na floresta, na gestão florestal, na promoção do produto florestal.










