Homenagem em SetúbalMário Ventura Henriques e Festroia marcam a zona da “nova centralidade para Setúbal”
A directora do Festroia, Fernanda Silva, enalteceu a iniciativa camarária, pelo reconhecimento público de Mário Ventura Henriques, falecido em 2006, que, para além das qualidades demonstradas enquanto escritor e jornalista, acima de tudo “era um amigo e um ser humano extraordinário, que fez de Setúbal a sua cidade”.

Por Jornal Rostos
Fernanda Silva salientou que o descerramento das duas placas toponímicas é o culminar de um trabalho de 25 anos, que premeia o grande esforço desenvolvido por Mário Ventura na criação e no desenvolvimento do Festroia, um dos poucos eventos no País com uma dimensão internacional. Adiantou, ainda, que este é um certame que tem crescido, de ano para ano, o que é visível pela melhoria contínua na qualidade e na diversidade na oferta, e um evento “que se vai projectar no tempo”.
A presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, assinalou que as placas toponímicas, além de um instrumento de ordenação do espaço urbano, constituem “um elemento simbólico, imprescindível na permanente construção da identidade colectiva”.
A edil destacou o contributo de Mário Ventura Henriques na projecção internacional do nome de Setúbal, tanto pela divulgação “do vasto mundo da Sétima Arte”, como também pelo legado que deixou enquanto jornalista e escritor, o “que o impõe como figura incontornável na história da literatura portuguesa”.
As novas ruas, Mário Ventura Henriques e do Festroia, ficam localizadas na freguesia de S. Sebastião, em troços transversais à Via Cabeço de Bolota, arruamentos que Maria das Dores Meira considerou muito importantes, já que marcam a zona do crescimento e da “nova centralidade para Setúbal”.










