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Cidade com Rostos

Homenagem a Dulce Cabrita no Barreiro«Benditos aqueles que ajudaram a fazer aquilo que esta terra é»

No Auditório Municipal Augusto Cabrita, realizou-se ontem à noite uma evocação da memória de Dulce Cabrita.
Uma sala repleta prestou uma justa homenagem à cantora mezzo-soprano, cidadã « Barreiro Reconhecido» na área da Cultura.

Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro referiu – “benditos aqueles que pela sua sensibilidade artística, ajudaram a fazer aquilo que esta terra é”.

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Homenagem a Dulce Cabrita no Barreiro «Benditos aqueles que ajudaram a fazer aquilo que esta terra é»

Por Jornal Rostos

Antes do inicio do espectáculo escutou-se música ambiente com temas de Dulce Cabrita.
Maria Ausenda Zarco, em representação do CORUTIB – Grupo Coral da Universidade da Terceira Idade do Barreiro, em nome da Câmara Municipal do Barreiro e do Coro da Universidade da Terceira Idade, saudou todos os presentes, em especial os convidados, familiares e amigos de infância, da adolescência.
Na sua intervenção sublinhou a importância do trabalho e a dimensão da vida artística de Dulce Cabrita.
Seguiu-se a participação da Camerata do Barreiro, dirigida pelo Maestro Lopes da Cruz.
Houve um momento para intervenção do Grupo Animae Vox, e, também, do Coro Lopes Graça, dirigido pelo Maestro Ivo de Castro.

Recordar a mulher, a cidadã e a cantora

Num espaço de conversa, moderado por Sousa Pereira, no qual participaram Manuela Cabrita, sobrinha de Dulce Cabrita; Maria Leonor Fernandes, amiga de infância; Carlos Consiglieri, amigo e antigo coralista do Grupo Coral Lopes Graça e o Maestro António Vitorino de Almeida, foram recordados momentos da vida e obra de Dulce Cabrita.
Este momento de conversa proporcionou um reencontro com memórias, com espaços do Barreiro, recordações da acção cívica e percurso artístico de Dulce Cabrita.

Um ramo de flores para Dulce Cabrita

O Presidente da Assembleia Municipal do Barreiro, a Vereadora Regina Janeiro e Carlos Humberto, Presidente da Câmara, prestaram uma homenagem a Dulce Cabrita colocando um ramo de cravos sobre o vestido da cantora.
Carlos Humberto, referiu – “benditos aqueles que pela sua sensibilidade artística, ajudaram a fazer aquilo que esta terra é”, acrescentando que bendita é a terra que permitiu que estes valores se tenham desenvolvido”.
A homenagem encerrou com a actuação do CORUTIB, dirigido pela Maestrina Olga Panchenko.
Manuel Alpalhão, num momento de poesia leu o poema «Pelo Sonho é que vamos», de Sebastião da Gama.

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