Prémio Vergílio Ferreira a José Gil
Por Jornal Rostos
Considerado pelo Le Nouvel Observateur como um dos 25 grandes pensadores do Mundo, José Gil é licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras de Paris, na Universidade da Sorbonne. Coordenou o departamento de Psicanálise e Filosofia da Universidade de Paris VIII em 1973. Lecionou Estética e Filosofia contemporânea na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, bem como no Colégio Internacional de Filosofia de Paris e na Universidade de São Paulo.
Em 2004 publicou Portugal, Hoje. O Medo de Existir, a sua primeira obra escrita diretamente em português. O livro fala do quotidiano de uma forma simples e acessível. Publicou diversas obras sobre temas tão diversos como Salazar, Fernando Pessoa, a Córsega, o corpo ou O Principezinho, de Saint-Exupéry.
O nome de José Gil foi reconhecido pelo júri, presidido pelo Prof. José Alberto Machado, da Universidade de Évora e composto pelo diretor do Departamento de Linguística e Literaturas da UE, Prof. Fernando Gomes, pelo Prof. José Augusto Bernardes, da Universidade de Coimbra, pelo Prof. Mário Avelar, da Universidade Aberta e pelo crítico literário Prof. Antonio Saéz Delgado.
O prémio Vergílio Ferreira foi criado em 1997 com o objetivo de homenagear o escritor que lhe dá o nome, Vergílio Ferreira, e premiar o conjunto da obra de escritores portugueses relevantes no âmbito da narrativa e do ensaio. Atribuído pela primeira vez a Maria Velho da Costa e, em 1998, a Maria Judite de Carvalho que, a título póstumo, recebeu esta homenagem da Universidade de Évora, seguida de:
• Mia Couto em 1999
• Almeida Faria em 2000
• Eduardo Lourenço em 2001
• Óscar Lopes em 2002
• Vítor Aguiar e Silva em 2003
• Agustina Bessa-Luís em 2004
• Manuel Gusmão em 2005
• Fernando Guimarães em 2006
• Vasco Graça Moura em 2007
• Mário Cláudio em 2008
• Mário de Carvalho em 2009
• Luísa Dacosta em 2010
• Maria Alzira Seixo em 2011










