Declaração sobre Portugal do Presidente da Comissão Europeia«Portugal vai agora andar pelo próprio pé»
Não foi um processo isento de dor - longe disso - mas era inevitável. Gostaria de elogiar o povo português pelos esforços e sacrifícios significativos para construir um futuro melhor. A sua determinação merece o nosso total respeito.
Por Jornal Rostos
Depois da sua participação hoje na reunião regular com os líderes da Zona Euro - o Presidente do Conselho Europeu Herman Van Rompuy, o Presidente do BCE Mario Draghi e o Presidente do Eurogrupo Jeroen Dijsselbloem - na qual participaram também o Vice-Presidente da Comissão Siim Kallas, e representantes de outras instituições ligadas ao Euro, o Presidente da Comissão Europeia fez a seguinte declaração:
"No dia 17 de maio, Portugal vai sair do programa de ajustamento económico e financeiro iniciado em 2011 com o apoio da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional.
Portugal anunciou que o vai fazer sem pedir aos seus parceiros internacionais uma linha cautelar. Isso é possível graças à aplicação rigorosa do programa nos últimos três anos que produziu resultados impressionantes.
A maioria dos graves desequilíbrios económicos que levaram à crise foi ou está a ser corrigida. As bases para o crescimento sustentável foram estabelecidas. E a confiança dos investidores voltou. É com satisfação que se ouve o Primeiro-Ministro Português dizer que o país continuará no caminho para umas finanças públicas sólidas e para a estabilidade financeira e a competitividade.
Não foi um processo isento de dor - longe disso - mas era inevitável. Gostaria de elogiar o povo português pelos esforços e sacrifícios significativos para construir um futuro melhor. A sua determinação merece o nosso total respeito.
Com uma "saída limpa", Portugal vai agora andar pelo próprio pé. Este não é apenas um sucesso para Portugal, mas um sucesso para a Europa. Desde que Portugal aderiu à União Europeia em 1986, que a Comissão Europeia tem sido um parceiro leal, dedicado e construtivo. A Comissão esteve ao lado de Portugal durante a execução do programa de ajustamento. Para além do mais, a Europa disponibilizou dois terços da assistência financeira total concedida a Portugal em 2011. A Comissão Europeia continuará ao lado de Portugal após a sua saída do programa.
A conclusão bem-sucedida deste programa mostra as capacidades imensas de Portugal e dos portugueses para saírem mais fortes da crise. Portugal terá assim a confiança necessária para responder aos desafios que ainda se lhe colocam, e para construir uma sociedade mais próspera e justa."
"No dia 17 de maio, Portugal vai sair do programa de ajustamento económico e financeiro iniciado em 2011 com o apoio da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional.
Portugal anunciou que o vai fazer sem pedir aos seus parceiros internacionais uma linha cautelar. Isso é possível graças à aplicação rigorosa do programa nos últimos três anos que produziu resultados impressionantes.
A maioria dos graves desequilíbrios económicos que levaram à crise foi ou está a ser corrigida. As bases para o crescimento sustentável foram estabelecidas. E a confiança dos investidores voltou. É com satisfação que se ouve o Primeiro-Ministro Português dizer que o país continuará no caminho para umas finanças públicas sólidas e para a estabilidade financeira e a competitividade.
Não foi um processo isento de dor - longe disso - mas era inevitável. Gostaria de elogiar o povo português pelos esforços e sacrifícios significativos para construir um futuro melhor. A sua determinação merece o nosso total respeito.
Com uma "saída limpa", Portugal vai agora andar pelo próprio pé. Este não é apenas um sucesso para Portugal, mas um sucesso para a Europa. Desde que Portugal aderiu à União Europeia em 1986, que a Comissão Europeia tem sido um parceiro leal, dedicado e construtivo. A Comissão esteve ao lado de Portugal durante a execução do programa de ajustamento. Para além do mais, a Europa disponibilizou dois terços da assistência financeira total concedida a Portugal em 2011. A Comissão Europeia continuará ao lado de Portugal após a sua saída do programa.
A conclusão bem-sucedida deste programa mostra as capacidades imensas de Portugal e dos portugueses para saírem mais fortes da crise. Portugal terá assim a confiança necessária para responder aos desafios que ainda se lhe colocam, e para construir uma sociedade mais próspera e justa."












