Eurobarómetro revela que 9 em cada 10 portuguesesconsideram importante ajudar pessoas nos países em vias de desenvolvimento
Este é um dos resultados do inquérito Eurobarómetro publicado pela Comissão Europeia, no qual Portugal ocupa nesta matéria o terceiro lugar na UE após a Suécia e Chipre. Do universo de inquiridos, 79% concordam com a ideia de que a luta contra a pobreza nos países em vias de desenvolvimento deve ser uma das principais prioridades da UE.

Por Jornal Rostos
Os inquiridos em Portugal estão muito mais propensos a concordar com a ideia de que a ajuda aos países em vias de desenvolvimento deve aumentar (mais 10 pontos percentuais, perfazendo 70%) do que em 2013. De facto, Portugal é um dos cinco únicos países onde pelo menos um em cada cinco inquiridos (20%) diz que a ajuda deve aumentar, indo além do que já foi prometido. O universo de 1 016 entrevistas representativas da população portuguesa, realizadas em setembro de 2014, também registou o segundo maior aumento de concordância relativamente à ideia de que a luta contra a pobreza nos países em vias de desenvolvimento tem também uma influência positiva sobre os cidadãos da UE (mais 10 pontos percentuais).
Os entrevistados mais jovens em Portugal (15-24 anos) são geralmente mais positivos em relação a questões de desenvolvimento do que os grupos etários de idade superior. Em particular, os entrevistados mais jovens em Portugal são muito mais propensos a dizer que a ajuda deve aumentar além do que já foi prometido (34% vs. 18%) e que estariam dispostos a pagar mais por bens alimentares ou outros produtos de países em vias de desenvolvimento (28% vs. 17%).
Os entrevistados mais jovens em Portugal (15-24 anos) são geralmente mais positivos em relação a questões de desenvolvimento do que os grupos etários de idade superior. Em particular, os entrevistados mais jovens em Portugal são muito mais propensos a dizer que a ajuda deve aumentar além do que já foi prometido (34% vs. 18%) e que estariam dispostos a pagar mais por bens alimentares ou outros produtos de países em vias de desenvolvimento (28% vs. 17%).












