Em janeiro de 2015 a taxa de desemprego na zona euro foi de 11,2%e de 9,8% na União Europeia

Por Jornal Rostos
• UE mobiliza esforços destinados a eliminar o vírus do Ébola e atenuar o seu impacto
Embora os esforços internacionais tenham reduzido nos últimos meses o número de infeções pelo vírus do Ébola, é fundamental manter a dinâmica, para evitar um forte aumento de novos casos. É por esta razão que amanhã, dia 3 de março, se realizará, sob o patrocínio da UE, a conferência internacional de alto nível «O Ébola: da emergência à recuperação». A conferência terá lugar no Palácio Egmont em Bruxelas e será co-presidida pela União Europeia, os Presidentes da Guiné, da Libéria e da Serra Leoa, as Nações Unidas, a União Africana e a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO). A cobertura do evento será assegurada por EbS.
Disponibilização de 30,5 mil milhões de EUR destinados à cooperação para o desenvolvimento da UE na sequência da entrada em vigor do 11.º Fundo Europeu de Desenvolvimento
Entrou hoje em vigor o 11.º Fundo Europeu de Desenvolvimento (FED). Numa declaração conjunta emitida pela Alta Representante e Vice-Presidente Federica Mogherini e o Comissário responsável pela Cooperação Internacional e o Desenvolvimento, Neven Mimica, este evento foi salientado como uma pedra angular da política de cooperação internacional e de desenvolvimento da UE, que implementa concretamente a parceria e o diálogo da UE com os países de África, das Caraíbas e do Pacífico (ACP) ao abrigo do Acordo ACP-UE de Cotonu. O FED abrange igualmente a cooperação com os Países e Territórios ultramarinos (PTU), tal como estabelecido na Decisão de Associação Ultramarina.
• Como é que a UE está a avançar para atingir os seus objetivos da Estratégia Europa 2020?
A estratégia Europa 2020, adotada pelo Conselho Europeu em junho de 2010, visa a criação de uma economia inteligente, sustentável e inclusiva, com elevados níveis de emprego, produtividade e coesão social. Os principais objetivos da estratégia estão expressos sob a forma de cinco objetivos ambiciosos em matéria de emprego, investigação e desenvolvimento, alterações climáticas, energia, educação e redução da pobreza, a alcançar até 2020. Estes foram traduzidos em objetivos nacionais de forma a refletir a situação e as possibilidades de cada Estado-Membro em contribuir para o objetivo comum. Um conjunto de nove indicadores essenciais e quatro subindicadores, compilados pelo Eurostat, apresentam uma panorâmica da distância a que a UE se encontra de alcançar os seus objetivos globais. O serviço Eurostat publicou hoje a edição de 2015 “Smarter, greener, more inclusive?” que apresenta as tendências passadas e as estatísticas mais recentes e úteis para apoiar a estratégia Europa 2020 e fornece uma abordagem orientada para atingir os seus objetivos.
• Em janeiro de 2015 a taxa de desemprego na zona euro foi de 11,2% e de 9,8% na UE
A taxa de desemprego nos países da zona euro foi, em valores corrigidos de sazonalidade, de 11,2% em janeiro de 2015, contra 11,3% em dezembro de 2014 e 11,8% em janeiro do mesmo ano. Trata-se da taxa mais baixa registada na zona euro desde abril de 2012. A taxa de desemprego na UE foi de 9,8% em janeiro de 2015, contra 9,9% em dezembro de 2014 e 10,6% em janeiro de 2014. Estes números são publicados pelo Eurostat, o Serviço de Estatística da União Europeia.
O Eurostat estima que 23 815 milhões de homens e mulheres na UE, entre os quais 18 059 milhões na zona euro, estavam desempregados em janeiro de 2015. Em comparação com dezembro de 2014, o número de desempregados diminuiu em 156 000 na UE e em 140 000 na zona euro. Em comparação com janeiro de 2014, o desemprego desceu de 1 820 milhões na UE e em 896 000 na zona euro.
• Inflação anual da zona euro de -0,3% em fevereiro de 2015
A taxa anual de inflação da zona euro deverá ser de -0,3% em fevereiro de 2015, em comparação com -0,6% em janeiro, segundo as estimativas rápidas do Eurostat, o Serviço de Estatística da União Europeia.
Com base nas principais componentes da inflação da zona euro, espera-se que os serviços tenham a taxa anual mais elevada em fevereiro (1,1%, em comparação com 1,0% em janeiro), seguidos dos produtos alimentares, álcool e tabaco (0,5%, em comparação com -0,1% em janeiro), dos bens industriais não energéticos (- 0,2% em comparação com -0,1% em janeiro) e da energia (-7,9% em comparação com -9,3% em janeiro).












