Portuguesa entre as 9 finalistasdo Prémio Mulheres Inovadoras da União Europeia 2016

Por Jornal Rostos
A ideia desta empreendedora portuguesa transforma os veículos em pontos de acesso Wi-fi e cria redes veiculares à escala das cidades que recolhem terabytes de dados urbanos.
Carlos Moedas, Comissário responsável pela Investigação, Ciência e Inovação, afirmou: «Infelizmente, apesar de os triunfos notáveis de todas as participantes no concurso merecerem um grande reconhecimento, apenas podemos consagrar três vencedoras deste Prémio. Todas trabalharam arduamente, correram grandes riscos, podem ter enfrentado obstáculos mas superaram-nos e perseveraram no cumprimento dos seus intentos. É esta a postura de que mais precisamos na Europa. Estas mulheres extraordinárias são fonte de inspiração para outros investigadores e empreendedores, homens ou mulheres.»
As finalistas foram selecionadas por um júri de alto nível constituído por peritos independentes representantes de empresas, capitais de risco, empreendedorismo e meio académico. Foram recebidas 64 candidaturas para a edição de 2016 deste Prémio provenientes de toda a UE e de países associados ao programa Horizonte 2020, o programa da UE de financiamento da Investigação e Inovação. As empresas criadas pelas concorrentes apresentam inovações em variados setores, sendo as ciências da vida e as TIC as mais dominantes.
Portugal encontra-se, assim, representado por Susana Sargento na edição de 2016 do Prémio Mulheres Inovadoras, num grupo que inclui finalistas de outros países como Israel, Irlanda, Suécia, Alemanha, Finlândia e França.
Antecedentes:
Após o sucesso das suas primeiras edições em 2011 e 2014, o Prémio Mulheres Inovadoras da UE 2016 foi lançado no Dia Internacional da Mulher de 2015. A terceira edição do concurso recebeu candidaturas de 10 de março a 20 de outubro de 2015. As três vencedoras – que receberão prémios em dinheiro no valor de 100 mil, 50 mil e 30 mil euros – serão anunciadas em março de 2016.
O objetivo do Prémio é consciencializar o público para a necessidade de mais mulheres inovadoras e empreendedoras. Embora as mulheres estejam cada vez mais ativas na área da Investigação, ainda são muito poucas as que decidem criar empresas inovadoras. Este facto representa um potencial por explorar para a Europa que necessita de todos os seus recursos humanos para permanecer competitiva e para responder aos desafios económicos e societais com que nos defrontamos.












