Mário David sobre a QimondaLamento que trabalhadores portugueses sejam discriminados
O Eurodeputado português Mário David lamenta que os ex-trabalhadores da Qimonda tenham sido prejudicados pela falta de ambição do Governo português.
Após a aprovação pelo Parlamento Europeu, hoje em Estrasburgo, da ajuda do Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização (FEG) aos ex-trabalhadores da Qimonda, Mário David, na sua declaração de voto sobre esta Resolução, lamenta que "mais uma vez, o Governo Português não tenha sabido utilizar todo o potencial do Fundo, como o têm feito outros países e como bem demonstra a per capitação das Verbas solicitadas ao FEG, quando analisadas as diferentes candidaturas."
Após a aprovação pelo Parlamento Europeu, hoje em Estrasburgo, da ajuda do Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização (FEG) aos ex-trabalhadores da Qimonda, Mário David, na sua declaração de voto sobre esta Resolução, lamenta que "mais uma vez, o Governo Português não tenha sabido utilizar todo o potencial do Fundo, como o têm feito outros países e como bem demonstra a per capitação das Verbas solicitadas ao FEG, quando analisadas as diferentes candidaturas."
Por Jornal Rostos
Mário David que também é Vice-Presidente do PPE, salienta que "hoje, por exemplo, foram igualmente votados mais alguns apoios solicitados ao FEG e verifica-se que, enquanto os ex-trabalhadores holandeses da NXP Semiconductors irão receber 3 534 euros per capita, os dinamarqueses da Nordjylland irão receber 7 908 euros cada, no caso dos ex-trabalhadores portugueses da Qimonda, abrangidos pelo Fundo, irão receber apenas 2 867 euros/per capita de apoio atribuído pelo Fundo".
Estas verbas destinam-se a medidas como reconhecimento de competências, formação profissional, formação e apoios com vista à criação de empresas, ajudas à auto-colocação e incentivos ao recrutamento e prática profissional adquirida no local de trabalho.
Mário David recorda ainda que "o FEG é iniciativa do Presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, em 2005, no seguimento do relatório da Comissão "Valores Europeus num Mundo Globalizado", tem agora um novo formato que o torna mais transparente, com objectivos mais amplos (integrando as consequências da actual crise) e caminhando para prazos de disponibilização das verbas mais curtos, o que espero aconteça neste caso."
Estas verbas destinam-se a medidas como reconhecimento de competências, formação profissional, formação e apoios com vista à criação de empresas, ajudas à auto-colocação e incentivos ao recrutamento e prática profissional adquirida no local de trabalho.
Mário David recorda ainda que "o FEG é iniciativa do Presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, em 2005, no seguimento do relatório da Comissão "Valores Europeus num Mundo Globalizado", tem agora um novo formato que o torna mais transparente, com objectivos mais amplos (integrando as consequências da actual crise) e caminhando para prazos de disponibilização das verbas mais curtos, o que espero aconteça neste caso."












