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Europa

Licença de maternidade pagaComissão Europeia vai trabalhar num compromisso equilibrado para fazer avançar os direitos das mães

Numa primeira leitura, o Parlamento Europeu votou hoje a proposta da Comissão Europeia para reformar a directiva de 1992 sobre a licença de maternidade (Directiva 92/85/CEE). A Comissão propusera um aumento do período mínimo de maternidade, passando de 14 para 18 semanas, e o pagamento às mulheres de 100% dos salários durante a licença de maternidade, dando aos Estados-Membros a opção de fixar um tecto ao nível do subsídio de doença (IP/08/1450). O Parlamento Europeu quer dar às mulheres o salário integral durante 20 semanas de licença de maternidade e introduzir duas semanas de licença de paternidade integralmente pagas.

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Licença de maternidade paga Comissão Europeia vai trabalhar num compromisso equilibrado para fazer avançar os direitos das mães

Por Jornal Rostos

Comissão Europeia apresenta roteiro para uma vigilância marítima mais eficaz e económica

A Comissão Europeia apresentou hoje iniciativas concretas para melhorar a eficácia e diminuir os custos da vigilância dos mares europeus. Num roteiro, a Comissão explica como congregar as autoridades competentes dos Estados-Membros nos diversos sectores marítimos, com o objectivo de permitir o intercâmbio dos dados sobre vigilância marítima na posse, nomeadamente, das guardas costeiras, das autoridades responsáveis pelo controlo do tráfego, pelo controlo ambiental, pela prevenção da poluição, pelas pescas e pelo controlo nas fronteiras, das autoridades fiscais e de fiscalização do cumprimento da legislação, assim como das várias marinhas. A melhoria da cooperação poderá igualmente contribuir para fazer face, de uma forma mais eficaz e em tempo real, aos eventos que se produzem no mar. «O roteiro para a criação do ambiente comum de partilha da informação (CISE) de vigilância do domínio marítimo da UE» é uma iniciativa no âmbito da política marítima integrada da UE, que defende uma abordagem integrada para a gestão e governação dos oceanos, mares e zonas costeiras e promove a interacção entre todas as políticas da UE ligadas ao mar.

Reforma da política comum da pesca: inscrições abertas para a última conferência das partes interessadas antes da Comissão elaborar as propostas

A Comissária Europeia dos Assuntos Marítimos e da Pesca, Maria Damanaki, vai organizar uma conferência de um dia intitulada "Um outro futuro para as pescas", que vai encerrar oficialmente a consulta sobre a reforma da política comum da pesca, antes da Comissão começar a elaborar propostas concretas para a nova política. A conferência tem lugar em 16 de Novembro, em Bruxelas.

Comissão Europeia saúda aprovação pelo Parlamento Europeu das novas regras contra atrasos de pagamentos

O Vice-Presidente da Comissão Europeia, Antonio Tajani, saudou a adopção pelo Parlamento Europeu da nova directiva relativa à luta contra os atrasos de pagamento nas transacções comerciais. A directiva vai assegurar uma melhor protecção dos credores, ao mesmo tempo que respeita a liberdade contratual. Os poderes públicos deverão pagar as suas facturas no prazo de 30 dias; caso contrário deverão pagar juros de mora a uma taxa de 8%. Esta medida deverá gerar 180 mil milhões de euros de liquidez suplementar para as empresas.

Biodiversidade: relatório põe em evidência a enorme importância económica da natureza

Foi hoje publicado o relatório final sobre um projecto de estudo que examinou durante três anos os benefícios que o mundo retira gratuitamente da natureza. O estudo sobre a economia dos ecossistemas e a biodiversidade (The Economics of Ecosystems and Biodiversity, TEEB) reuniu as melhores provas disponíveis no plano económico para mostrar que os custos da degradação dos ecossistemas e da perda de biodiversidade são pura e simplesmente um luxo incomportável para as nossas sociedades. Fez a síntese de milhares de estudos, examinou métodos de avaliação, instrumentos políticos e exemplos de acções em todo o mundo. Fazendo referência a numerosos estudos de casos, o relatório conclui com dez recomendações destinadas a ajudar os cidadãos e os decisores políticos a integrarem o factor biodiversidade nas suas decisões de todos os dias. A Comissão Europeia foi uma das principais entidades financiadoras do estudo, organizado por iniciativa do programa das Nações Unidas para o ambiente.

Licença de maternidade paga: Comissão Europeia vai trabalhar num compromisso equilibrado para fazer avançar os direitos das mães

Numa primeira leitura, o Parlamento Europeu votou hoje a proposta da Comissão Europeia para reformar a directiva de 1992 sobre a licença de maternidade (Directiva 92/85/CEE). A Comissão propusera um aumento do período mínimo de maternidade, passando de 14 para 18 semanas, e o pagamento às mulheres de 100% dos salários durante a licença de maternidade, dando aos Estados-Membros a opção de fixar um tecto ao nível do subsídio de doença (IP/08/1450). O Parlamento Europeu quer dar às mulheres o salário integral durante 20 semanas de licença de maternidade e introduzir duas semanas de licença de paternidade integralmente pagas.

Ajuda humanitária: prioridades para as organizações humanitárias

Novas estratégias para melhorar a ajuda humanitária da UE e os desafios com que as organizações humanitárias se defrontam: estas são os temas para a reunião de hoje entre a Comissão Europeia e os parceiros em matéria de ajuda humanitária. Como todos os anos, o Serviço de ajuda Humanitária da Comissão (ECHO) convidou os seus parceiros para discutir prioridades políticas.

Agenda digital: Comissão Europeia aprova o modelo utilizado pelas autoridades italianas para calcular as tarifas do acesso, mas pede para voltar a calcular os custos comerciais e de manutenção

Numa carta transmitida à autoridade italiana de regulação das telecomunicações (AGCOM), a Comissão Europeia declarou aprovar a abordagem geral seguida por esta última. A AGCOM determinou as tarifas grossistas do acesso à rede da Telecom Italia em função dos custos que seriam suportados por um operador eficaz que administre uma rede de cobre recentemente criada num mercado concorrencial. No entanto, a Comissão verificou que a AGCOM não aplicou este modelo de forma coerente para o cálculo das tarifas a que seriam submetidos operadores terceiros para acederem à rede da Telecom Italia. Segundo a Comissão, as tarifas propostas pela AGCOM não reflectem fielmente as despesas comerciais e de manutenção de um operador eficaz que administra uma rede de cobre recentemente criada.

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