Capoulas Santos defendeu a pesca europeianas águas de S. Tomé e Príncipe

Por Jornal Rostos
"É importante para a frota europeia poder aceder às águas deste país, como é importante para São Tomé e Príncipe poder contar com a contrapartida financeira subjacente a este acordo e que tem vindo demonstradamente a contribuir para o desenvolvimento do sector das pescas local", afirmou o eurodeputado apelando ao sucesso das negociações entre as partes, cujos atrasos impedem actualmente o acesso das embarcações europeias àquelas águas para a captura de espadarte, tubarões e atum.
Reiterando a importância dos acordos internacionais de pesca, Capoulas Santos lembrou ainda que a pesca nas águas europeias apenas garante 40% da auto-suficiência da União Europeia (UE) em produtos de pesca.
O novo protocolo permite possibilidades de pesca para três embarcações portuguesas, de um total de 40 embarcações europeias, nas águas santomenses e prevê uma contrapartida financeira de € 2 047 500, cujo montante de € 682 500 destinar-se-á ao apoio ao desenvolvimento da política das pescas em São Tomé e Príncipe.
O primeiro acordo de pesca entre a UE e São Tomé Príncipe remonta a 1984 e desde então registam-se progressos significativos no sector das pescas local, nomeadamente em matéria de meios de controlo e de fiscalização das pescas.












