Saltar para o conteúdo
Europa

União EuropeiaPrevisões do Outono 2011-2013: Interrupção do crescimento

A recuperação da economia da UE parou. Uma grave crise de confiança está a afectar o investimento e o consumo, enquanto a desaceleração do crescimento mundial está a entravar as exportações e as urgentes medidas de consolidação orçamental afectam a procura interna.

2 min de leitura
União Europeia Previsões do Outono 2011-2013: Interrupção do crescimento

Por Jornal Rostos

• Inquérito sobre a mão-de-obra em 2010: 21% dos trabalhadores a tempo parcial gostariam de trabalhar mais

Em 2010, 41,3 milhões de pessoas trabalhavam a tempo parcial na UE, dos quais três quartos eram mulheres. Entre os trabalhadores a tempo parcial, 8,5 milhões, ou seja 21% desejariam trabalhar mais horas, estariam disponíveis para o fazer e poderiam portanto ser considerados em situação de sub-emprego. A proporção dos trabalhadores a tempo parcial sub-empregados era mais elevada nos homens (27%) do que nas mulheres (19%).

• Contas da UE voltam a receber boas notas: auditores encontram melhoras em muitas áreas de pagamento

Pelo quarto ano consecutivo, as contas anuais da UE receberam parecer positivo dos seus auditores externos. Quanto às despesas da UE, a taxa de erro global situa-se novamente abaixo dos 4%. Isto significa que a grande maioria (pelo menos 96%) do total de pagamentos efectuados em 2010 não tinha erros quantificáveis.

• Previsões do Outono 2011-2013: Interrupção do crescimento

A recuperação da economia da UE parou. Uma grave crise de confiança está a afectar o investimento e o consumo, enquanto a desaceleração do crescimento mundial está a entravar as exportações e as urgentes medidas de consolidação orçamental afectam a procura interna. Actualmente, prevê-se que o PIB registe uma estagnação durante 2012. As previsões apontam para um crescimento de cerca de ½%, aproximadamente, em 2012. Prevê-se que, por volta de 2013, se regresse a um crescimento lento de cerca de 1 ½%. Não se esperam melhorias efectivas nos mercados de trabalho e o desemprego deverá manter o seu actual nível elevado em de cerca de 9 ½%. Em contrapartida, a inflação deverá ser inferior a 2% nos próximos trimestres. A consolidação orçamental deverá avançar concomitantemente com a redução dos défices públicos, que deverão situar-se ligeiramente acima dos 3% até 2013, num cenário de políticas inalteradas.

Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção