Remessas dos emigrantes da União EuropeiaTransferências dos trabalhadores para os países de origem aumentam 3% em 2010

Por Jornal Rostos
o Novo programa LIFE: apoio da UE ao ambiente e ao clima
A Comissão Europeia propõe a atribuição de 3,2 mil milhões de euros entre 2014 e 2020 a um novo programa de ambiente e acção climática (LIFE). O novo programa proposto aproveitará o êxito do Programa LIFE+ vigente, mas será restruturado, com vista a ter maior impacto, ser mais simples e flexível e dispor de um orçamento claramente superior.
o Transformar em ouro os dados dos organismos públicos
A Comissão lançou uma estratégia para a Europa cujo objectivo é “abrir” ao público os dados que se encontram na posse do sector público («Open Data») e que se espera traga um incremento à economia da UE no valor de 40 000 milhões de euros por ano. As administrações públicas da Europa estão positivamente “sentadas” numa mina de ouro de potencial económico não explorado: os grandes volumes de informação reunidos por inúmeras autoridades e serviços públicos. Estados-Membros como o Reino Unido e a França estão já a demonstrar o valor desse activo.
o Instrumentos financeiros da política de coesão: melhoria do acompanhamento e da informação
A Comissão congratula-se com a decisão dos países da UE de reforçarem o acompanhamento dos instrumentos financeiros disponíveis a título da política de coesão, tais como os regimes de garantia para financiar a criação de pequenas empresas, melhorando simultaneamente a informação fornecida sobre esses dispositivos. Por outras palavras, os Estados-Membros deverão prestar contas uma vez por ano dos progressos realizados no financiamento e execução desses instrumentos. Essas informações permitirão à Comissão avaliar melhor os desempenhos globais dos instrumentos financeiros nos Estados-Membros.
o Remessas dos emigrantes da UE: transferências dos trabalhadores para os países de origem aumentam 3% em 2010
Na UE, os montantes transferidos pelos emigrantes para os países de origem, habitualmente denominados "remessas dos trabalhadores expatriados", aumentaram constantemente até 2008, devido principalmente aos montantes transferidos para o resto do mundo. Esta tendência foi interrompida em 2009 devido à crise económica. Em 2010 verificou-se um reequilíbrio parcial, se bem que os montantes transferidos tenham sido inferiores aos de 2007. O total dos fluxos de remessas de fundos da UE elevou-se a 31,2 mil milhões de euros em 2010, contra 30,4 em 2009, ou seja um aumento de 3%.












