Comissão Europeia lança Plataforma da Sociedade Civil da UEcontra o tráfico de seres humanos
A Europa precisa de cooperar de forma mais estreita para ajudar as vítimas da escravatura dos tempos modernos. Hoje, mais de 100 organizações da sociedade civil europeia estão a unir forças na nova Plataforma da Sociedade Civil da UE contra o tráfico de seres humanos.

Por Jornal Rostos
Esta plataforma à escala europeia, criada pela Comissão Europeia, servirá de fórum para as organizações da sociedade civil que trabalham a nível europeu, nacional e local no domínio dos direitos humanos, direitos das crianças, direitos das mulheres e igualdade de género e direitos e acolhimento dos migrantes. Os participantes poderão trocar experiências e ideias concretas sobre a melhor forma de prestar assistência às vítimas, alargar as suas redes e impedir que mais pessoas sejam vítimas deste crime.
«O papel da sociedade civil é fundamental para prevenir o tráfico de seres humanos e proteger as suas vítimas. Os profissionais e os voluntários que trabalham nas questões de luta contra o tráfico, e diretamente com as vítimas, podem aprender muito uns com os outros e ajudar a definir políticas concretas para combater este crime hediondo. A plataforma garantirá que eles recebem o apoio necessário, da UE e uns dos outros, e que a sua experiência seja conhecida em toda a Europa. Também contamos com a sua experiência para desenvolver mais políticas da UE», afirmou a Comissária dos Assuntos Internos da UE, Cecília Malmström.
A Comissão apoiará a plataforma mediante a organização de reuniões periódicas dos participantes, a fim de recolher informações cruciais e atualizadas e dados sobre os principais desafios que as organizações da sociedade civil enfrentam no terreno. Uma segunda reunião da plataforma está provisoriamente programada para o outono. A Comissão está também a estudar as formas de facilitar a comunicação em linha no âmbito da plataforma.
A Comissária Malmström lança a plataforma hoje, 31 de maio, em Bruxelas. O evento de lançamento, presidido pela Coordenadora da Luta Antitráfico da UE, Myria Vassiliadou, incluirá um painel de oradores de várias instituições e agências da UE.
Nesta primeira reunião, os participantes irão refletir sobre as prioridades políticas e as futuras atividades da plataforma, incluindo eventuais atividades de sensibilização e formas de envolver as organizações estabelecidas em países terceiros. Irão também partilhar e debater boas práticas de combate ao recrutamento das vítimas de tráfico e à procura em linha.
«O papel da sociedade civil é fundamental para prevenir o tráfico de seres humanos e proteger as suas vítimas. Os profissionais e os voluntários que trabalham nas questões de luta contra o tráfico, e diretamente com as vítimas, podem aprender muito uns com os outros e ajudar a definir políticas concretas para combater este crime hediondo. A plataforma garantirá que eles recebem o apoio necessário, da UE e uns dos outros, e que a sua experiência seja conhecida em toda a Europa. Também contamos com a sua experiência para desenvolver mais políticas da UE», afirmou a Comissária dos Assuntos Internos da UE, Cecília Malmström.
A Comissão apoiará a plataforma mediante a organização de reuniões periódicas dos participantes, a fim de recolher informações cruciais e atualizadas e dados sobre os principais desafios que as organizações da sociedade civil enfrentam no terreno. Uma segunda reunião da plataforma está provisoriamente programada para o outono. A Comissão está também a estudar as formas de facilitar a comunicação em linha no âmbito da plataforma.
A Comissária Malmström lança a plataforma hoje, 31 de maio, em Bruxelas. O evento de lançamento, presidido pela Coordenadora da Luta Antitráfico da UE, Myria Vassiliadou, incluirá um painel de oradores de várias instituições e agências da UE.
Nesta primeira reunião, os participantes irão refletir sobre as prioridades políticas e as futuras atividades da plataforma, incluindo eventuais atividades de sensibilização e formas de envolver as organizações estabelecidas em países terceiros. Irão também partilhar e debater boas práticas de combate ao recrutamento das vítimas de tráfico e à procura em linha.












